terça-feira, 26 de maio de 2015

POR QUE O “CASAMENTO GAY” É UMA FALÁCIA

Falácia: Engano, ilusão, sofisma. Argumento capcioso que induz a erro.

a 1)    O que a constituição diz sobre família e casamento:
Constituição federal de 1988 Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. § 3º – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.

2)    Porque é entre um homem e uma mulher?  E porque esta é a definição de família?
Porque o casamento é entre 2 pessoas e não entre 3, 4, 5 ou mais pessoas? Deve ter um por que não acha? Quantos gêneros a raça humana possui?  São dois: Feminino e Masculino. Logo, a definição de duas pessoas num casamento veio do fato de haverem 2 gêneros. Conclui-se que a ideia de casamento foi gerada por causa da relação hetero.
Agora, por que a definição de “família” é heterossexual? Porque uma família (sem olhares subjetivos e relativistas) é composta primeiramente por marido e mulher, (os 2 gêneros do casamento) para que futuramente tenham filhos e passem a ser também pai e mãe. E os filhos deles terão filhos, que terão filhos…etc. Ainda que um casal não queira ter filhos, essa continuação familiar, obviamente, só acontece em relações heterossexuais.

3)    Então por que pessoas heterossexuais que não podem ter filhos, podem se casar?
O fato de um casal hetero não poder ter filhos, não está ligado à forma de se relacionarem sexualmente. Neste caso um dos dois, ou os dois, possuem algum tipo de deficiência no aparelho reprodutor. Mas ainda assim, são um casal do gênero masculino e feminino, portanto estão no grupo de relações heterossexuais. Se por acaso adotarem uma criança, ainda que não seja um filho biológico, haverá a composição natural de uma “família”, os papéis de cada um se mantém.


4)    Mas e se um casal gay adotar uma criança?
Escolha sexual não define caráter, não é o caráter que está sendo colocado em questão. A questão é que, se naturalmente a família se faz de um relacionamento hétero, se pela natureza humana um filho é gerado por um pai e uma mãe e não por 2 pais ou 2 mães, não é ideal para uma criança ser criada por duas pessoas do mesmo sexo. Por que? Porque é antinatural, vai contra a natureza real da família. Porque neste caso não há papel dos 2 gêneros (homem e mulher). E podem imaginar a confusão na cabeça de uma criança? Não há exemplo dos gêneros, não há figura paterna (macho) nem figura materna (fêmea).

5)    Mas e os casais que se divorciam, e os casais que são mau exemplo, não fazem mal à criança?
Claro que um divórcio ou uma família hétero desestruturada fará mal na criação. Mas não podemos pegar casos mal sucedidos e isolados para justificarmos. As falhas pessoais não são de origem sexual, ou seja, essas falhas não ocorrem porque o casal é hétero, ocorrem porque existem falhas de comportamento, o que é normal em todo ser humano. O fato de uma mãe criar seu filho sozinha sem um pai (e vice –verso) não é ideal, mas são exceções dentro de uma “regra”. Ambos são erros: Um casal hétero desestruturado e um casal homossexual que adota uma criança. Ambos acabam por fazer mal à criança (não propositalmente). Ou seja, um erro não justifica o outro. Não é porque existe divórcio e problemas entre um casal hétero, que o Estado deve liberar a adoção para os homossexuais.

6)    Porque a ideia de “direitos iguais” é distorcida pelos ativistas gays?
Vimos acima o por que do casamento ser hétero. A ideia de “casamento” veio POR CAUSA do relacionamento hétero, da família original, etc. Logo, podemos nos perguntar quais são os “direitos” que os homossexuais não têm? Aí você dirá: casamento. Aí eu te pergunto: é realmente um direito legítimo ou é um direito exigido. Conclusão: Baseando-se em tudo o que analisamos acima, não há legitimidade nesta “causa”.

SOFISMAS UTILIZADAS PELOS ATIVISTAS GAYS
Sofisma: É uma mentira, propositalmente maquiada por argumentos verdadeiros, para que possa parecer real.

1)    “A constituição já foi mudada, lembre-se dos negros e das mulheres que não podiam votar, etc”.
Gay não é uma nova raça (negro, amarelo, branco), tão pouco um novo gênero humano. O que define um gay é o fato de relacionar-se sexualmente com uma pessoa do mesmo sexo e só. A palavra “homo afetividade” está sendo usada de forma errada, um filho homem sente homo afetividade pelo seu, pai, seu avô, seu amigo…isto não define sexualidade. O termo certo é homossexualismo ou homossexualidade. Voltando à constituição…usar o argumento da luta dos negros e das mulheres é um grande sofismo, gay não é raça, nem gênero. E o fato de ambos serem minorias, também não legitima a causa gay. Imagina se o estado tiver que alterar toda constituição por todas as “causas” de minorias. Não é este o papel do Estado.

2)    “Deixar os gays serem felizes”
Desde quando o Estado cria leis para suprir algo tão subjetivo? Desde quando o Estado é encarregado de suprir a necessidade de “felicidade” do povo? O que é felicidade pra você e o que é felicidade para o outro? A constituição organiza os direitos da sociedade baseada numa lógica, ela não foi feita para ser alterada a cada minoria que acha que tem direito de alguma coisa. Não é porque uma minoria quer que liberem a maconha que o estado vai liberar, por mais felicidade que a maconha possa trazer à essas pessoas. Ao contrário do que eles fazem parecer, não é tão simples assim. Parem e pensem.

3)    “O que vai mudar na minha vida se o casamento gay for aprovado?”
Aparentemente nada, mas com o passar do tempo vai mudar a estrutura da sociedade já que o casamento gay, abre portas para outras “exigências” de supostos direitos, como a adoção por exemplo. Acima eu falei sobre esse assunto de adoção. Aceitando que o gay forma uma “família”, estamos mudando as bases da sociedade, ou seja estamos saindo do natural. E certamente estas alterações trarão confusão e desordem. Cria-se uma sociedade baseada no relativismo e isso é perigoso.

4)    “Mas família é amor, o que importa é o amor”
Não, família original e naturalmente é o que vêm de um relacionamento hétero. O amor é de extrema importância, mas é subjetivo. Você ama seu amigo e o considera da família…ok, mas ele de fato não é da sua família. Precisamos separar nosso conceito pessoal de família do conceito real e genuíno da família numa sociedade. Cada um tem uma visão do que é família e o Estado não tem que atender à todas. Reflitam.