sexta-feira, 31 de março de 2017

5 hinos em latim que todo católico já ouviu alguma vez

5 hinos em latim que todo católico já ouviu alguma vez

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(E que, provavelmente, deveríamos saber)


  1. O Sanctissima:
Acredita-se que esse hino era, originalmente, uma canção popular, tradicional, cantada por marinheiros sicilianos. O O Sanctissima, hoje, geralmente é ouvido em festas marianas. Na Alemanha e na Espanha, no entanto, esse hino também está associado ao Natal.




  1. Tantum Ergo:
Na verdade, ao cantar este hino só cantamos os dois últimos versos dele, que pertencem a um hino um pouco mais longo, o Pange Lingua Gloriosi, escrito por São Tomás de Aquino, mais conhecido como teólogo que como himnógrafo, embora não faltem méritos a ele.
Historicamente, o Pange Lingua completo é mais associado aos ritos da Quinta-feira Santa e da Solenidade do Corpus Christi.
Hoje, o Tantum Ergo é praticamente elemento básico da liturgia romana em adoração ao Santíssimo Sacramento.


  1. Salve Regina:
Salve tem sido o hino mariano católico por excelência, pelo menos desde o século XI.
Segundo a tradição, São Bernardo de Claraval, movido por inspiração divina, acrescentou ao hino (originalmente uma série de antífonas do Breviário Romano) três pedidos que nele fazemos à Virgem. Santo Afonso Maria de Ligório escreveu um tratado sobre este hino em seu livro As Glórias de Maria .




  1. O Salutaris Hostia:
Outro hino escrito por São Tomás de Aquino! Este hino, como o Tantum Ergo, é na verdade composto dos dois últimos versos de um dos hinos cantados na Solenidade de Corpus Christi, o Verbum Supernum Prodiens.
Junto com o Pange Lingua, este hino foi escrito a pedido do Papa Urbano IV, que instituiu a festa de Corpus Christi no ano de 1264. Hoje, o O Salutaris  é mais frequentemente ouvido na exposição do Santíssimo Sacramento no momento da adoração.




  1. Ave Verum Corpus:
Um belo hino eucarístico do século XIV, que tem sido frequentemente atribuído ao Papa Inocêncio (ninguém sabe se Inocêncio II, III ou IV, por sinal), mas nenhum historiador sabe ao certo quem é responsável por sua autoria. É por isso que queremos compartilhar neste post a versão atribuída a Mozart.
Nos dias da liturgia pré-tridentina (ou seja, antes da reforma litúrgica do Concílio de Trento, no século XVI) era comum este hino ser cantado durante a elevação da hóstia na missa.
Hoje em dia, o Ave Verum  é associado mais especificamente às festas litúrgicas eucarísticas e, em alguns países, até mesmo à época do Natal.






Qual é a diferença entre um sacerdote, um frade e um monge?


Juanedc / Flickr
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Finalmente uma explicação breve e clara sobre a diferença entre estes três termos tão confundidos pela linguagem popular

As palavras “sacerdote”, “frade” e “monge” são termos ambíguos e flexíveis. Na linguagem popular, são aplicados sem propriedade, como se os três fossem equivalentes. No entanto, não querem dizer a mesma coisa.
Um sacerdote, na Igreja Católica, é um homem que recebeu o sacramento da Ordem Sacerdotal e que, em virtude de tal sacramento, pode celebrar o sacrifício da Missa e realizar outras tarefas próprias do ministério pastoral. Pode pertencer a uma ordem ou família religiosa, ou a uma diocese.
Um monge ou frade, no entanto, é uma pessoa que fez os votos de pobreza, castidade e obediência e pertence a uma congregação ou família religiosa concreta (franciscanos, jesuítas, dominicanos etc.). Pode coincidir, além disso, de que tal religioso seja um sacerdote, mas não necessariamente. Sua vocação não é obrigatoriamente ao sacerdócio.
Mas qual é a diferença entre um monge e um frade? Isso tem a ver com a origem de cada palavra: “monge” vem do latim tardio “monachus”, palavra para designar os anacoretas, e que já em sua raiz tinha implícito o significado de “solidão”.
Isso se relaciona ao surgimento das primeiras experiências de vida contemplativa (nos séculos IV-VI d.C.), como, por exemplo, os Padres do Deserto, eremitas que abandonavam o mundo e viviam no deserto, ou São Bento de Núrsia, fundador da ordem religiosa mais antiga do Ocidente, os beneditinos.
Um monge, portanto, é um termo mais adequado para referir-se a homens consagrados que vivem em conventos, dedicados inteiramente à oração e à penitência. É o caso das ordens contemplativas, como a dos Cartuxos.
Frade, por outro lado, é um termo mais moderno, que procede da Idade Média (do provençal “fraire”) e significa “irmão”. A palavra “frade” é empregada para ordens dedicadas à vida ativa, como os franciscanos ou hospitalários.
O uso desta palavra se relaciona ao surgimento das ordens mendicantes na Baixa Idade Média, que supuseram uma grande mudança na vida religiosa: estes novos religiosos já não se fechavam em conventos afastados das pessoas para se dedicar à oração, senão que estavam nas cidades, dedicados aos pobres, ao ensino, aos doentes etc.

É correto usar a mão esquerda para fazer o sinal da cruz? Por quê?



Depois de descobrir o significado deste gesto, você terá muito orgulho de fazer o sinal da cruz


É correto usar a mão esquerda para fazer o sinal da cruz? Sou canhota e às vezes o faço com a esquerda. Quando eu era criança, minha mãe me ensinou que só se faz com a mão direita. É verdade ou mito?

Resposta

“O cristão começa o seu dia, as suas orações, as suas atividades, pelo sinal da cruz ‘em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém’. O batizado consagra o dia à glória de Deus e apela para a graça do Salvador, que lhe permite agir no Espírito, como filho do Pai. O sinal da cruz fortalece-nos nas tentações e nas dificuldades” (Catecismo da Igreja Católica, 2157).

A primeira pessoa a fazer o sinal da cruz foi o próprio Jesus, que estendeu seus braços na cruz. E seus braços estendidos entre o céu e a terra traçaram o sinal indelével da Aliança.

Nos primeiros séculos, era costume fazer o sinal da cruz sobre a testa. Pouco a pouco, o costume se transformou no que conhecemos hoje: fazer uma grande cruz sobre nós mesmos, da testa ao peito e do ombro esquerdo ao direito.

E por que os padres abençoam com a mão direita?

Porque os antigos ícones mostram Cristo ou os hierarcas da Igreja abençoando com a mão direita.

A direita nos recorda a alegria dos que foram salvos, dos que fazem a vontade de Deus, já que o Filho colocará as ovelhas fiéis à sua direita (Mt 25, 31).

Esta forma de fazer o sinal da cruz também tem um significado teológico profundo.

O sinal da cruz começa com a mão direita da cabeça até o peito, aceitando que nosso Senhor Jesus Cristo desceu do alto (isto é, do Pai) à terra pela sua santa Encarnação.

O sinal da cruz continua, partindo do lado esquerdo, onde está o coração, lugar no qual se guarda com amor o mistério pascal de Jesus (sua dolorosa Paixão e Morte), a dirigindo-se depois ao lado direito, recordando que Jesus está sentado à direita do Pai pela sua gloriosa Ascensão. Ou seja, a cruz termina na glória celestial.

A Igreja sempre considerou o lado direito como preponderante. É por isso que, para traçar o sinal da cruz, usa-se também a mão direita.

Ao incensar o altar, também se começa sempre pelo lado direito.

Nosso Senhor nos diz que, entre outras coisas, a caridade também se faz com a mão direita: “Quando você der esmola, que sua mão esquerda não saiba o que fez a direita” (Mt 6, 3).

Mas é importante fazer o sinal da cruz de maneira especial?

Sim. Nós não temos nenhuma autoridade para mudar, negar ou criticar, segundo nossa maneira de pensar, a tradição cristã que é observada hoje e que começou há muitos séculos.

Precisamos levar em consideração que, no âmbito da vida social, há protocolos que têm de ser respeitados, mesmo quando ainda não conhecemos sua origem ou significado. Quando se cumprimenta alguém, dá-se a mão direita, não a esquerda, por exemplo.

As regras de boas maneiras na sociedade não são meras formalidades, mas expressam respeito e cordialidade. Quando, em nome da espontaneidade, as pessoas deixam de lado as boas maneiras, podem acabar se tornando até brutas, ásperas, toscas.

Na vida de piedade acontece a mesma coisa. A mão direita é considerada mais “digna” e por isso a usamos.

Assim, por exemplo, o padre dá a comunhão com a mão direita, ainda que seja canhoto. Não é proibido nem pecado que se dê a comunhão com a esquerda, mas é uma questão de boa educação litúrgica, bem como um detalhe de amor a Jesus.

De qualquer maneira, é bom conservar detalhes que têm um significado e, se fazemos por amor, valem ainda mais. Não se trata de formalismos vazios. Nossa fé dá sentido a estes gestos.

Utilizar a mão direita para as ações litúrgicas e/ou religiosas nunca pode ser ofensivo para os canhotos. De fato, os bispos e sacerdotes canhotos também fazem o sinal da cruz e dão bênçãos com a mão direita.

Evidentemente, utilizar a direita, mais que uma questão de fé, é uma convenção, que busca expressar uma maior dignidade no que se faz – daí que signifique um maior respeito e, portanto, mais amor também.

Na liturgia, a elegância também é uma virtude e, se os gestos são feitos com amor, seu significado e mérito serão maiores.

Valorizar a cruz

Quando entendemos o que a cruz implicou para Jesus a favor nosso, quando recordamos que na cruz Jesus nos amou até o extremo, e se nosso pequeno gesto do sinal da cruz é consciente, estaremos continuamente reorientando nossa vida em boa direção, pois carregar a cruz é o que Jesus pede para segui-lo.

Todo gesto simbólico pode nos ajudar a entrar em comunhão com aquilo que o gesto significa, e isso é o mais importante.

Antes de ser padre, ele teve um grande amor





Ele se tornou padre graças a ela - e a história deles é linda!

Eu já me apaixonei. Foi há muito tempo, antes de tornar-me sacerdote. Na verdade, eu ainda nem era seminarista. Ela se chamava Valentina, tinha cabelos pretos na altura do ombro, sempre enfeitados com lenços, tiaras ou chapéus. Seus olhos esverdeados e grandes eram, de fato, as janelas de sua alma, revelando seus segredos mais bonitos: se ela era linda e graciosa por fora, também o era proporcionalmente por dentro. Talvez por isso eu tenha me apaixonado.
Ainda me lembro da primeira vez que a vi. Eu era coroinha na paróquia São José. Bem, éramos uma igrejinha pequena, todos se conheciam. Era de se esperar que notássemos a presença de alguém diferente. Lá estava Valentina com seu pai e sua irmãzinha mais nova. O Sr. Bernini acabara de se mudar com as duas filhas, após ficar viúvo. Ainda hoje eu não consigo descrever a sensação que o simpático e arrebatador sorriso de Valentina me causou. Só sei que foi o suficiente para tirar minha concentração durante a Missa, o que obviamente me rendeu uma piedosa confissão. Nós tínhamos 15 anos.
Apesar de ser desengonçado, eu era um bom rapaz. Acho que ela percebeu isso e também se apaixonou por mim. A beleza de Valentina era um reflexo da beleza divina, fazendo com que eu me sentisse no Céu ao lado dela. Se você já encontrou alguém que te faz viver o Céu na Terra, valorize-a.
Valentina foi o grande amor jamais vivido da minha vida. Vou explicar. Bem, eu tinha certeza que a moça mais linda do mundo inteiro estava ao meu lado. Ela vivia sorrindo! Digo, eu tinha o sorriso dela. Eu sentia que, acima de tudo, estávamos nos tornando companheiros. As missas todas as manhãs, os rosários nos fins de tarde, os beijos na bochecha, a bênção do padre George e até mesmo do Sr. Bernini. Tudo conspirava a nosso favor! Uma coisa eu tinha certeza: eu era o garoto de 15 anos mais feliz do mundo.
Ainda assim, eu me sentia incompleto e não entendia como isso era possível. Se Valentina não era o suficiente para me preencher, o que seria? Deus. O poderoso e irresistível chamado de Deus ecoava em meus ouvidos e, na mesma hora, eu compreendi tudo: Ele era o ideal ao qual doar-me inteiramente, a única coisa capaz de saciar a minha sede.
Sou eternamente grato a Valentina. Deus se serviu dela para me mostrar que nem mesmo a maior beleza terrena se compara à sua beleza. Entre dor e lágrimas, nos despedimos. Eu estava ingressando no seminário menor. Confesso que, ao longo do tempo, me peguei pensando em como teria sido meu futuro ao lado dela: quantos filhos teríamos, quais seriam os nomes, como seria a decoração da nossa casa, se ela ainda sorriria com minhas piadas sem graça ou se eu a faria chorar algum dia. Não importa. Esses pensamentos rapidamente se esvaem quando penso que sou feliz por ser padre. São 19 anos de ministério sacerdotal. Ela também foi feliz. Casou-se, teve 4 filhos – sendo uma carmelita e um seminarista -, era uma excelente mãe e tinha um marido piedoso e íntegro.
Nesse exato momento, são 7:42 da manhã. Estou pronto para sair da casa paroquial. Fui acordado às 6:30 por um telefonema desagradável: Valentina havia falecido. A guerreira Valentina – que há 1 ano lutava contra um câncer mama – resolveu descansar. Na mesma hora um filme passou pela minha cabeça. Resolvi escrever pelo medo de que, com sua partida, ela levasse junto todas as minhas memórias da nossa santa amizade. Sou padre graças a Valentina e tenho a certeza de que estarei fortalecido no ministério com a intercessão dela lá no Céu.

(Sacerdote anônimo)

Tarefa: descobrir falsos milagres na Igreja católica. Resultado: não acharam nenhum.




Revisão de milagres reconhecidos desde 1734 não encontrou nenhum caso que a medicina consiga desmentir atualmente

A Congregação para as Causas dos Santos oferece cursos de dois meses, no Vaticano, para formar postuladores de causas de beatificação e canonização. Esses cursos são abertos a todas as pessoas que participam desse tipo de processo: leigos, sacerdotes, religiosas, advogados civis e canônicos… Todos recebem formação aprofundada no tocante a um processo pautado por critérios muito estritos, que, indo bem além da mera formalidade, garantem ao máximo a seriedade dos procedimentos que levam alguém a ser declarado santo.
Uma parte fundamental do processo são os milagres, requisito para todas as causas de beatificação e canonização, com exceção das causas dos mártires. Em sua esmagadora maioria, os milagres consistem em curas inexplicáveis.
E foi justamente a propósito dos milagres de curas inexplicáveis que, no curso realizado em 2011, um fato de grande importância foi revelado pelo Dr. Patrizio Polisca, presidente da comissão médica da Congregação para as Causas dos Santos e médico pessoal do papa. Após explicar que os cientistas que participam dos processos testemunham, quando procede, que determinado fato “não tem explicação natural”, o doutor Polisca contou que dois pesquisadores haviam recentemente estudado a fundo todos os arquivos da Congregação.
A tarefa deles era grande: revisar casos antigos que os médicos da época tinham considerado inexplicáveis e que haviam servido como base para beatificar ou canonizar alguma pessoa. O objetivo desse trabalho era averiguar se, no estado atual da medicina, aqueles casos teriam encontrado hoje alguma explicação científica.
E a conclusão foi impactante: “Não se encontrou nenhum caso que tenha sido considerado inexplicável em outros tempos e que hoje tenha explicação médica“.
Esse estudo é uma demonstração a posteriori do rigor com que a Igreja trata os casos de milagres. De fato, só para começar a estudar o suposto caráter milagroso da cura de um câncer, por exemplo, a Congregação exige um mínimo de dez anos sem recaídas, prazo que se estende ainda mais no caso de tumores cerebrais.
As atuais e rígidas normas seguidas para identificar milagres foram estabelecidas em 1734 pelo então cardeal Prospero Lambertini, que se tornaria poucos anos depois o Papa Bento XIV. São sete critérios para o reconhecimento de uma cura extraordinária ou inexplicável, detalhados na “De servorum beatificatione et beatorum canonizatione” (“A beatificação dos servos de Deus e a canonização dos beatos”), livro IV, capítulo VIII, 2:
  1. A doença deve ter características de gravidade, com prognóstico negativo.
  2. O diagnóstico real da doença deve ser certo e preciso.
  3. A doença deve ser apenas orgânica.
  4. Eventual tratamento não pode ter favorecido o processo de cura.
  5. A cura deve ser repentina, inesperada e instantânea.
  6. A retomada da normalidade deve ser completa (e sem convalescência).
  7. A cura deve ser duradoura (sem recaída).
A revisão dos milagres reconhecidos desde 1734 não encontrou simplesmente nenhum caso que seja possível desmentir atualmente com os avanços da medicina ao longo dos últimos três séculos.
A seriedade das avaliações de supostos milagres, aliás, pode ser percebida nos números relacionados ao santuário mariano de Lourdes, na França, que é o mais visitado do mundo por peregrinos em busca de cura física. Desde 1858, foram registrados só nesse santuário mais de 7.200 alegações de cura milagrosa, mas apenas 69 casos foram declarados efetivamente inexplicáveis do ponto de vista médico-científico até hoje.

Este rigor da Igreja na avaliação de supostos milagres é reconhecido até mesmo por cientistas agnósticos, como o médico francês Luc Montagnier, Prêmio Nobel de Medicina, que, entre outras relevantes contribuições à ciência, ficou famoso pela descoberta do vírus HIV. Ele afirma que os milagres de Lourdes são realmente inexplicáveis e elogia a grandiosa contribuição católica ao cuidado dos enfermos. Leia o seu depoimento neste artigo.

Dr. Luc Montagnier, Prêmio Nobel de Medicina
Outro ganhador do Prêmio Nobel de Medicina que testemunhou milagres em Lourdes foi o então ateu Dr. Alexis Carrel, que aceitou ir até o santuário pensando em comprovar pessoalmente a falsidade dos supostos milagres – mas acabou presenciando um deles e se converteu a Cristo. Confira a sua impressionante história neste artigo.

Seria pelo menos de bom tom que aqueles que acusam a Igreja de forjar milagres aprendessem com a própria Igreja a fundamentar cientificamente as suas afirmações, apresentando fatos em vez de apenas alegações subjetivas e clichês disseminados por azedas campanhas anticatólicas.

Universal chama Eucaristia de “Pão do Mal” em simpatia distribuída aos seguidores,padres soltam nota de repudio

Texto atualizado às 18h22] Em um  ato que escandalizou fieis da Igreja Católica, a  Igreja Universal do Reino de Deus  comparou a Eucaristia ao “Pão do Mal”. A hóstia para os católicos não apenas simboliza, mas é o Corpo de Cristo, o centro da Fé da Igreja fundada por Jesus Cristo e que perdura na história há mais de dois mil anos. 




O fato que chocou os católicos aconteceu na cidade de Taquaritinga no Estado de São Paulo. Em um envelope distribuído pela Seita aos seus seguidores é orientado a fazer uma espécie de simpatia: pegar uma hóstia, colocá-la em lugar visível até o dia determinado quando deverá ser levada para uma reunião da seita.
Em comunicado em nome das cinco  paróquias da cidade, os padres se disseram escandalizados. “Esta associação simbólica é um fato abominável que nenhum cristão católico pode aceitar calado se ama sua fé e adora a Nosso Senhor Jesus Cristo presente no sacramento da Santa Eucaristia“. Por sua vez, em nota encaminhada ao blog, a Igreja Universal do Reino de Deus nega o fato. “Esclarecemos que o citado folheto não traz qualquer referência à hóstia e não faz nem remota ligação desse símbolo católico como ‘pão do mal”.

A postura da Universal segundo a nota dos padres ameaça a boa convivência. “É certo que todos temos a liberdade e o direito de expressão, mas chegamos ao limite do inaceitável, que ameaça a boa convivência entre pessoas de distintas crenças a partir do momento que nos escandaliza, bem como a todo o nosso povo, ofendendo a nossa sensibilidade religiosa. Os símbolos, doutrinas e costumes católicos são sagrados e, portanto, devem ser respeitados”.
No texto da IURD é afirmado que a instituição repudia ataques à fé alheia. “Na verdade, repudiamos com veemência qualquer ataque à fé ou às crenças dos adeptos de qualquer religião, até porque são os fieis da Igreja Universal do Reino de Deus as maiores vítimas do preconceito religioso no Brasil”.

Confira a íntegra da nota da Universal

Com referência à postagem “Universal chama Eucaristia de ‘Pão do Mal’ em simpatia distribuída aos seguidores”, publicada no blog Ancoradouro do jornal O Povo, esclarecemos que o citado folheto não traz qualquer referência à hóstia e não faz nem remota ligação desse símbolo católico como “pão do mal”.
Na verdade, repudiamos com veemência qualquer ataque à fé ou às crenças dos adeptos de qualquer religião, até porque são os fieis da Igreja Universal do Reino de Deus as maiores vítimas do preconceito religioso no Brasil.
Aliás, é o mesmo tipo de preconceito que transborda do texto assinado pelo Sr. Vanderlúcio Souza, utilizando expressões como “simpatia” e “seita”, que tentam zombar e diminuir dos milhões de adeptos da Universal em todo o mundo.
Solicitamos que estes esclarecimentos sejam publicados na íntegra no blog Ancoradouro, com urgência.
Atenciosamente,
UNIcom: Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais da Universal

Confira a íntegra da nota dos padres de Taquaritinga

Nós, presbíteros da Igreja Católica Apostólica Romana, presente nas cinco paróquias da cidade de Taquaritinga:
Paróquia São Sebastião,
Paróquia São Francisco,
Paróquia Santa Luzia,
Paróquia Sagrada Família de Nazaré e
Paróquia São Pedro Apóstolo de Guariroba,
Em comunhão com o nosso Bispo Diocesano, Dom Eduardo Pinheiro da Silva, SDB e com todos os presbíteros e diáconos da Diocese de Jaboticabal, repudiamos a atitude da Igreja Universal do Reino de Deus, de Taquaritinga, de utilizar o símbolo católico da hóstia e associa-lo ao símbolo do “pão do mal”.
Esta atitude escandalizou muitíssimos fiéis católicos, que viram nos dizeres que acompanham o símbolo da hóstia uma mensagem subentendida de que a Eucaristia – sacramento de vida eterna instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo – é algo negativo e maléfico que deve ser trocado por um tal “pão da vida”.
Esta associação simbólica é um fato abominável que nenhum cristão católico pode aceitar calado se ama sua fé e adora a Nosso Senhor Jesus Cristo presente no sacramento da Santa Eucaristia.
É certo que todos temos a liberdade e o direito de expressão, mas chegamos ao limite do inaceitável, que ameaça a boa convivência entre pessoas de distintas crenças a partir do momento que nos escandaliza, bem como a todo o nosso povo, ofendendo a nossa sensibilidade religiosa. Os símbolos, doutrinas e costumes católicos são sagrados e, portanto, devem ser respeitados.
Reafirmamos a nossa fé na presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia, que consagramos justamente servindo-nos do símbolo da hóstia. A Eucaristia, hóstia Santa, é o verdadeiro “Pão da Vida”.
Nessa fé, que vem dos Apóstolos através dos séculos, convidamos a todos os cristãos católicos que reafirmem sua crença que o “senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: ‘Isto é o meu corpo que é dado por vós’. Fazei isso em minha memória” (1Cor. 11, 23-24).

quarta-feira, 29 de março de 2017

Bispo conclama ‘tsunami’ de e-mails para STF e TV Globo contra Aborto e Ideologia de Gênero

O Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro Dom Antonio Augusto levantou-se como voz profética em artigo publicado no site da Arquidiocese de São Sebastião. Dom Antonio conclama o povo de Deus a sair da inércia, a assumir o posto de sentinelas. “O sentinela é um vigilante atento, que percebe os movimentos mais perigosos e avisa imediatamente àquelas pessoas que devem intervir na defesa das demais, especialmente das pessoas mais frágeis”.
Dom Antonio Augusto é o segundo da esquerda para a direita.
De acordo com o religioso, responsável pela Associação dos Médicos Católicos, pela União dos Juristas Católicos e pela Pastoral Universitária do Regional Leste I, “A vigilância é uma atitude tão recomendada nas páginas bíblicas, como demonstração direta do amor de Deus por tudo que Ele criou e salvou, que causa perplexidade e indignação o avanço perigoso e veloz das mais variadas expressões do mal no mundo de hoje”.
Dom Antonio não faz arrodeio e vai direto ao ponto. “A Igreja Católica, nos tempos atuais da história da humanidade, deve assumir cada vez mais a atitude do sentinela do bem e ficar mais atenta aos perigos que ameaçam o nosso país“. O Bispo Auxiliar enumera quais sejam estes perigos.
“Atualmente, existe no Brasil uma estratégia bem pensada por alguns e bem regida por outros, para que iniciativas culturais, legislativas, judiciárias, em favor da descriminalização do aborto e da manipulação ideológica das mentes infantis e jovens, tenham um raio de ação mais amplo na nossa sociedade”.
O artigo ensina que a vigilância “é uma das mais expressivas provas da caridade cristã, especialmente com as pessoas mais frágeis e vulneráveis na sociedade”. Ainda: “O amor à verdade e o amor ao próximo não devem estar distantes entre si. Vigiar e chamar a atenção para a presença de um ‘tsumani’ invadindo, com suas ondas enormes, viscosas e sujas a televisão brasileira, os plenários do judiciário, os espaços legislativos, as escolas e universidades, as famílias, tornaram-se para os discípulos-missionários do século XXI graves deveres de caridade cristã”.

A maior emissora do país é citada nominalmente como propagadora de uma avalanche de sujeira moral. “A Rede Globo de Televisão tornou-se um depósito poluído dessa sujeira moral, pois ao estar presente nos lares do povo brasileiro, derrama nele, gota a gota, por exemplo, a Ideologia do Gênero”.
Dom Antonio alerta para a doutrinação sobre Ideologia proposta pelo programa Fantástico e a próxima novela global. “O programa ‘Fantástico’ nos últimos domingos e a próxima novela intitulada ‘A força do querer‘ têm como pauta essa arrasadora e malévola ideologia, que de feminismo não tem nada de autêntico”.

A exortação do Bispo Auxiliar alerta contra o Psol, definido por ele como ‘missionário do mal” e ONGs comprometidas com a difusão da cultura de morte. “O PSOL agora promove o anarquismo jurídico, solicitando, por meio de uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), o assassinato de uma pessoa em gestação, que seria “constitucional” se realizado até a décima segunda semana da gravidez”.
Sobre a relatoria desta SDPF com Rosa Weber a voz do pastor clama. “Em outros julgamentos, essa mulher branca, rica, bem informada e bem escolarizada já deu sinais de ser a favor da descriminalização do aborto, sendo, portanto, contrária à maioria do povo brasileiro, constituído por brancos, negros, pardos, ricos e pobres, indígenas e mamelucos, imigrantes e estrangeiros com cidadania adquirida há anos e, sobretudo, por mulheres e homens que sonham com um Brasil mais justo e mais protetor dos mais frágeis, como são as crianças em gestação no seio materno”.

As palavras finais do Bispo é uma conclamação aos católicos. “Os sentinelas do amanhã melhor devem sair na hora certa da passividade, para que aconteça hoje e agora um ‘tsunami’ de e-mails para o STF, para a TV Globo e para a Câmara Municipal de Vereadores carioca, protestando diante de tantas arbitrariedades contra a vida humana nascente, contra a dignidade das crianças e jovens, contra a violação da Constituição Federal, fazendo novelistas, políticos e ministros descerem dos seus pedestais, onde se sentem donos da verdade e do bem e do mal, para pisarem na realidade do povo, e enxergarem, assim, as verdadeiras necessidades humanas”.

Leia artigo na íntegra, aqui.

Acusado de “condenar” Fidel Castro ao inferno, o pe. Fortea responde

"Cada ato tem suas consequências. E existem certos atos que têm consequências eternas"

O exorcista espanhol pe. José Fortea foi acusado nos últimos dias de “condenar Fidel Castro ao inferno” por causa de um texto que publicou no seu blog pessoal. Esse texto pode ser conferido no fim desse post
Respondendo a essas acusações, o sacerdote se manifestou dizendo:
Jamais afirmei que Fidel Castro está no inferno. Não disse, não escrevi e nem pensei nisso. Disse apenas que Fidel Castro, depois de uma vida em que realizou muitos atos gravíssimos, atos que levam à condenação eterna, sem que saibamos do seu arrependimento em algum momento da sua longa vida, enfrentou o julgamento inapelável e rigoroso de Deus. Só disse isso e nada mais do que isso. Nada sei do julgamento divino a respeito dessa alma especificamente. Mas sei, sobre o julgamento em geral, o que Deus nos disse: o juízo será sem misericórdia para aquele que não demonstrou misericórdia”.
O pe. Fortea completou, explicando que a salvação e a condenação dependem de cada um:
Se alcançaremos a salvação eterna matando, perseguindo a Igreja, torturando, roubando e oprimindo os mais fracos, da mesma forma que aqueles que rezam, jejuam, se sacrificam e vivem na pobreza, então o caminho do Bem e da virtude nos levaria ao Céu da mesma forma que o caminho do mal e do vício. Não sei, mas acho que a Bíblia não diz exatamente isso, nem nada parecido com isso. Jesus não nos falou de dois caminhos, um dos quais leva à salvação e o outro à condenação? Eu acredito no Deus da Bíblia, não no Deus ‘bonzinho’. Para os ‘bonzinhos’ dá tudo na mesma, porque para o deus deles dá tudo na mesma. Eu garanto que, para o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó, não dá tudo na mesma. Cada ato tem suas consequências. E existem certos atos que têm consequências eternas. Há atos que matam a alma. Há atos que levam para o inferno”.
E finaliza:
Onde está Fidel Castro agora? Asseguro que eu sei: ou ele está num lugar onde fará penitência e não sairá até pagar a última moeda, ou está num lugar onde não tem mais que fazer nenhuma penitência, porque o sangue de Cristo não foi derramado por ele e o nome dele não foi encontrado no Livro da Vida”.

 NA INTEGRA O TEXTO DO PADRE FORTEA

“Ele, que levou o inferno à vida de muitos, se tiver entrado no inferno sofre agora de olhos abertos”

As declarações do padre exorcista José Fortea sobre Fidel Castro parecem duras, mas são a justa lembrança da nossa própria responsabilidade

O conhecido exorcista espanhol padre José Fortea escreveu reflexões particulares sobre a morte de Fidel Castro que impactaram o público na semana passada. Houve críticas contra o sacerdote, tachando-o de “juiz sem misericórdia“, mas também houve muitos elogios à coragem dele em recordar que a salvação eterna não é “automática”: afinal, como observou Santo Agostinho, Deus nos criou sem nós, mas não nos salvará sem nós.
Eis as reflexões do padre Fortea:
“Deus deu a ele 90 anos para que a sua alma se convertesse, para entender, para pedir perdão. Pedir perdão às suas milhares de vítimas, aos seus milhões de oprimidos… Pedir perdão a Deus, a si mesmo. Perdoar a si mesmo para continuar vivendo com dignidade, para não viver sob o remorso, sob o peso de uma culpa esmagadora, para não viver como Macbeth, como um animal encurralado, encurralado e mordido pela própria consciência.
Agora o tempo acabou para Fidel Castro. Agora não há mais força, nem santo, nem anjo que possa conseguir-lhe o perdão. Ele, que sentenciou a tantos, está agora sentenciado e não encontrará mais perdão nem neste mundo, nem no céu.
Fidel Castro, que não teve piedade de tantos que lhe suplicaram misericórdia, se não tiver encontrado o perdão não o encontrará nunca mais. Ele, que levou o inferno à vida de muitos, se tiver entrado no inferno sofre agora certamente de olhos abertos. Ele, que sempre manteve os olhos da consciência fechados, agora enxerga. No inferno ou nas espantosas moradas da purificação, destinadas a monstros como ele, Fidel agora se vê sofrendo… Mas, finalmente, vê.
Agora não servem de nada as inumeráveis manifestações na Praça da Revolução, que podem elevar a sua honra, nem todos os artigos diários do seu partido. Nada disso serve mais. Agora ele está só, com a sua alma. Fechado na terrível prisão da sua alma. No reino escuro de Satanás ou nas prisões imateriais da purificação, seu destino estava à sua espera. Durante 90 anos, seu destino eterno esperava por ele.
Mas o que sei é que ele está ou numa ou na outra morada, e não nos resta nenhum tipo de dúvida de que a Justiça se abateu sobre a sua pequena e miserável alma. A única dúvida, a única, é se a sua espantosa situação durará séculos ou séculos sem fim!”.
O padre Fortea não sentenciou em nenhum momento que Fidel Castro tenha sido condenado ao inferno. Ele deixa claro que o ex-ditador pode ter recebido uma chance no purgatório.
A consideração de que a vida eterna é uma conquista e não uma garantia parece dura, mas foi ensinada pelo próprio Cristo. A Igreja não tem apenas o direito de recordar esta certeza de fé: tem a obrigação.

Ele é pai de família e padre católico ao mesmo tempo. Mas que história é essa?


 

 

O padre Joshua J. Whitfield, que se converteu do anglicanismo à Igreja católica, falou da sua história de vida no jornal norte-americano Dallas Morning News. Confira a seguir um trecho traduzido:
Os apelos por mudança na disciplina do celibato são normalmente ignorantes ou negligentes no tocante ao que a Igreja chama de “fruto espiritual” do celibato, algo essencialmente incompreensível nesta época libertina, mas que, mesmo assim, continua sendo verdadeiro e fundamental para a obra da Igreja. É verdade que o fato de ser casado me ajuda no sacerdócio: o entendimento e até a simpatia granjeada por ser marido e padre ao mesmo tempo acabam sendo, em certas ocasiões, verdadeiras vantagens. Mas isso não quer dizer que eu questione o bem do celibato clerical ou a contribuição dos meus colegas celibatários ao seu ministério. E, em todo caso, o que mais importa é a santidade, não o matrimônio nem o celibato.
Argumentos dispersos à parte, o que costuma passar despercebido são as autênticas razões pelas quais pessoas como eu se tornam católicas, além do autêntico motivo pelo qual a Igreja católica permite, em determinados casos, a ordenação de homens casados. E o motivo é, insisto, a unidade cristã.
Quando você encontrar um homem casado que exerce o ministério sacerdotal na Igreja católica, pense nos sacrifícios que ele realizou em nome da sua fé na verdade. Pense na unidade cristã, não na mudança. É isto o que eu gostaria que as pessoas pensassem ao verem a mim e a minha família. Nós nos tornamos católicos porque a minha esposa e eu acreditamos que o catolicismo é a verdade, a plenitude do cristianismo.
E nós respondemos a essa verdade, o que significava (como sacerdote episcopal anglicano na época) abandonar o meu estilo de vida e quase tudo o que eu conhecia – e justamente quando a minha mulher estava esperando o nosso primeiro filho.
Como a Igreja católica acredita que os cristãos deveriam unir-se, ela abre exceções, sob certas condições, às suas próprias normas e disciplinas, às vezes antiquíssimas: no meu caso, o celibato.
A minha família e eu não somos objeto de experimentos realizados pelo Vaticano para ver se um padre casado consegue trabalhar. O que somos é testemunhas da empatia e do desejo da Igreja pela unidade. É isso o que nós, sacerdotes casados, desejaríamos que as pessoas vissem: o catolicismo pelo qual nos apaixonamos e pelo qual fizemos tantos sacrifícios.
E é uma vida de sacrifício, uma vida compartilhada por toda a minha família – provavelmente, mais pela minha esposa do que por qualquer outro. Nunca estivemos tão ocupados nem tão esgotados, mas também nunca tínhamos sido tão felizes quanto agora. Meus filhos, aliás, fazem sacrifícios pela Igreja todos os dias. Às vezes é duro, mas vivemos isso com alegria; primeiro, porque quem se beneficia é a nossa fantástica paróquia, e, segundo, porque estamos numa Igreja que amamos e na qual acreditamos, não numa Igreja que queiramos mudar.
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O artigo completo, em inglês, pode ser lido no site do Dallas Morning News
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14 MOTIVOS LÓGICOS PARA FUGIR DO PROTESTANTISMO:





“E te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a MINHA Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela...” (Mateus 16,18). A partir deste versículo retirado de Mateus 16,18, é com muita confiança que podemos ter a certeza, de que Jesus quis fundar (EDIFICAR) sim a Igreja, e entregou a Pedro a sua única Igreja para continuar sua missão D'ele no mundo: Anunciar, acolher, curar, salvar e estabelecer o Reino de Deus.Portanto, esta mesma e única Igreja, prefigurada no antigo testamento com a ARCA DE NOÉ, tendo apenas um único condutor: NOÉ, e quem não entrou nela PERECEU, por isto a Igreja afirma: FORA DA IGREJA (Convocação de Deus) NÃO HA SALVAÇÃO .

Os QUATRO atributos desta Igreja fundada por Cristo, SUBSISTEM APENAS na Igreja Católica apostólica Romana. Que atributos são estes ?

1)- UNA - Uma só doutrina proclamada no mundo inteiro, uma só fé, um só Senhor e um só batismo (Efésios 4, 5) - Só encontramos isto na IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, não encontramos isto nem nas Igrejas Ortodoxas e nem nas Comunidades Protestantes extremamente divididas entre si.

2)- SANTA - (No seu fundador Cristo e não homens pecadores, e confirmada em seus santos Canonizados com milagres e prodígios).

3)-CATÓLICA - Universal, presente no mundo inteiro e aberta a todos os povos, sem distinção - Também só vemos isto na IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.

4)- APOSTÓLICA - Descendente legítima da hierarquia apostólica , bem como fiel a doutrina dos apóstolos ao longo de mais de 2000 anos de existência, a prova disto é que é taxada e acusada de atrasada, pois a verdade não muda é a mesma de sempre.

Para os que dizem que a verdadeira Igreja é aquela que é a pregação é acompanhada de sinais e prodígios de seus pastores, a própria palavra de Deus derruba por terra este argumento, pois está escrito:
Mateus 7,21: "Nem todos os que me dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos céus, mesmo que tenham feito milagres e expulsado demônios em nome de Jesus, naquele dia Ele dirá: Apartai-vos de mim para o fogo eterno, não vos conheço!!!.

Não acuso a quem nasceu no meio protestante de COVARDE, pois não tiveram culpa, mas aquele que sai da Igreja Católica para as seitas, seja por qualquer motivo SÃO COVARDES, pois se uma casa está com goteiras no telhado, a solução não é abandonar a casa, mas concertar o telhado, concorda ?

Quem age assim covardemente, vai abandonar sua família diante das dificuldades.

Parabenizo a todos os fieis Católicos que optaram por ficar e concertar o telhado da Santa mãe Igreja, e não ficar a atirar pedras.
Fica aqui a advertência de Cristo aos que conscientemente abandonam a única e verdadeira Igreja de Cristo:
João 4: 19 - "Eles Saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos; pois, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco. Mas, [saíram] para que se mostrasse que nem todos são dos nossos, nem do número dos eleitos.

Portanto a Igreja Católica não esta evangelizando e salvando almas pro Senhor a 500, 200, ou alguns anos atrás, mas sim a mais de 2000 mil anos. Alguns dos “novos” (protestantes) querem tirar muita verdade de nossa história, porém aqui vai alguns dos motivos pelo qual não sou protestante:

1. Não sou protestante, por que: o protestantismo não existe desde o princípio do Cristianismo. Surgiu 1500 anos depois da era Apostólica. Suas igrejas são locais, regionais ou nacionais, não existindo uma Igreja Universal.

2. Não sou protestante, por que: atribuem a si próprios o direito de “interpretar a Bíblia”. Acreditam ter uma iluminação pessoal vinda do “Espírito Santo” sem intermediários, ou seja, sem a Igreja. O mais interessante, é a diferença que o “Espírito Santo” manifesta em cada uma das centenas (talvez milhares) de ramificações do protestantismo.

3. Não sou protestante, por que: a doutrina não tem unidade, as igrejas não são infalíveis em questões de moral e fé. Suas hierarquias não são rígidas, os preceitos são secundários. A salvação está em somente “crer em Cristo”, mas sabemos que não basta somente crer, pois, é preciso viver a fé, e vivê-la em santidade. Daí os Mandamentos. Daí a moral que a Igreja ensina. Dizer que a salvação vem somente do “crer” em Cristo, é continuar vivendo vida injusta ou dissoluta, é mentir à própria consciência.

4. Não sou protestante, por que: apesar deles lerem a Bíblia (embora sem alguns livros e com interpretações diversas) não possuem nenhuma autoridade superior Infalível, para declarar que uma palavra tem tal sentido, e exprime tal verdade.

5. Não sou protestante, por que: eles negam a Tradição oral. Sendo que na própria Bíblia, Paulo recomenda os ensinamentos de viva voz (Tradição) que nos foram transmitidos por Jesus e passam de geração em geração no seio da Igreja, sem estarem escritos na Bíblia. Confira em (2 TIM 1,12-14).

6. Não sou protestante porque, há passagens da Bíblia que eles não aceitaram como tais; a Eucaristia, por exemplo... Jesus disse claramente: “Isto é o meu corpo” (Mateus 26,26) e “Isto é o meu sangue” (Mateus 26,28).

7. Não sou protestante, por que: os “supostos intérpretes da Bíblia” não aceitam a real presença de Cristo no pão e no vinho consagrado, sendo que em (João 6,51) Jesus afirma: “O pão que eu darei, é a minha carne para a vidado mundo”. Aos judeus que zombavam, o Senhor tornou a afirmar: “Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Pois a minha carne é uma verdadeira comida e o meu sangue é uma verdadeira bebida”.

8. Não sou protestante porque, os mesmos, não reconhecem o primado de Pedro, sendo que o próprio Jesus disse: “Tu és Pedro (Kepha) e sobre esta pedra (Kepha) edificarei a minha Igreja” (Mateus 16,18).

9. Não sou protestante, porque eles não aceitam o sacramento do perdão e da reconciliação. Sendo que Jesus entregou aos Apóstolos e seus sucessores, a faculdade de perdoar ou não os pecados, e agir em nome dele. “Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem não perdoardes, não serão perdoados" (Jo 20,23).

10. Não sou protestante porque Jesus disse que edificaria sua Igreja sobre Pedro (Mateus 16,18), e as igrejas protestantes são constituídas sobre Lutero, Calvino, Knox, Wesley, etc...Entre Cristo e estas denominações há um hiato...Somente a Igreja Católica remonta até Cristo.

11. Não sou protestante porque, Jesus prometeu à sua Igreja que estaria com ela até o fim dos tempos (Mateus 28,20), e os mesmos se afastam da única Igreja de Cristo, para fundar novas “igrejas”, que se vão dividindo, subdividindo e esfacelando cada vez mais, empobrecendo e pulverizando a mensagem do Evangelho.

12. Não sou protestante porque, quem lê um folheto protestante dirigido a Igreja Católica, lamenta o baixo nível das argumentações, sendo imprecisas, vagas, ou mesmo tendenciosas; afirmam gratuitamente sem provar as suas acusações; baseiam-se em premissas falsas, datas fictícias, anacronismos etc.

13. Não sou protestante, por que: eles protestam, criticam, censuram a fé Católica para substituí-la pela negação, pela revolta contra a autoridade do Papa etc. Esse é o laço que os une, pois a essência do protestantismo é a negação da Igreja Católica.

14. Não sou protestante porque, cada qual dá à Escritura o sentido que julga dar, e assim se vai diluindo e pervertendo cada vez mais a mensagem revelada.
João 4: 19 - "Eles Saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos; pois, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco. Mas, [saíram] para que se mostrasse que nem todos são dos nossos, nem do número dos eleitos.




POR ISTO DIGO: SOU FELIZ POR SER CATÓLICO !!!


Fonte: Written By Beraká - o blog da família.

Cíngulo? Estola? Casula? Intróito? Santo Antônio Maria Claret nos explica o que a missa significa




Para melhor entendermos os mistérios representados na missa, ninguém melhor que um santo para explicá-la!

Santo Antônio Maria Claret nos explica a Santa Missa não de forma “enciclopédica”, descrevendo objetos, paramentos e ritos, mas de forma espiritual e essencial, comentando o seu profundo conteúdo: a Santa Missa é a Paixão de Cristo. Nas atuais celebrações, há diferenças em termos de rito e usos na comparação com a celebração descrita pelo santo tal como se fazia em seu tempo, mas a essência da Santa Missa é imutável. Diz-nos ele:

Breve explicação dos mistérios que se representam na Missa

O sacerdote, revestido com os sagrados paramentos,representa a Cristo, nosso Redentor, em sua sagrada Paixão.

O Amicto, com o qual ele cobre a cabeça quando começa a revestir-se, simboliza a coroa de espinhos e o lenço com que, cobrindo seu Divino Rosto, escarneceram dele os algozes que diziam: “Advinha quem te feriu”.

A Alva simboliza o vestido branco com que o trataram como um louco na casa de Herodes, desprezando-o.

O Cíngulo ou Cordão simboliza as cordas com que foi atado no Horto.

A Estola representa a corda que levava ao pescoço, quando o conduziram preso.

O Manípulo é o símbolo da corda com que o sujeitaram à coluna para açoitá-lo.

A Casula simboliza o vestido de púrpura que lhe puseram na casa de Pilatos, estando já coroado de espinhos.

O Cálice representa o sepulcro, e os Corporais o lençol em que foi amortalhado o Seu Corpo Santíssimo.

O Intróito, ou entrada da Missa, significa o grande desejo com que no limbo esperavam os Santos Padres a vinda de Cristo ao mundo, para remir a eles e a nós. E, para significar seus clamores, dizem-se imediatamente os Kyries, que, em nosso idioma, significam: “Senhor, tende misericórdia de nós”.

O Glória in excelsis nos recorda o regozijo dos anjos e dos pastores no Nascimento de Cristo.

As Orações que diz o sacerdote após o Dominus vobiscum são símbolo das muitas vezes que Cristo orou por nós no decurso de sua vida.

A Epístola significa a pregação dos Profetas, especialmente a do Batista.

O Gradual, que é o que se lê depois da Epístola, significa a solidão de Cristo no deserto; e o Aleluia representa os serviços que lhe prestaram os Anjos depois das tentações do demônio, de quem saiu Vitorioso.

O Evangelho significa a pregação de Cristo. Para dizer o Evangelho passa-se o missal ao outro lado do altar, para significar que Cristo passava duns lugares a outros pregando o Evangelho. Quando se lê o Evangelho estamos de pé, para significar a prontidão com que devemos obedecer à lei de Cristo, que se nos promulga no Evangelho; no fim do Evangelho diz-se: Laus tibi, Christe, fazendo inclinação com a cabeça, em sinal de submissão.

O Credo é um compêndio do que o cristão deve crer; ajoelha-se o sacerdote quando diz “Et homo factus est”, para dar a entender a grande humildade do Senhor em tomar nossa natureza, e quanto, por conseguinte, nos devemos humilhar diante de Deus, que é nosso Senhor.

O oferecimento que o sacerdote faz da hóstia e do cálice recorda-nos a prontíssima e inteira vontade com que Cristo se ofereceu para padecer e morrer por nós.

Voltar-se o sacerdote para o povo e dizer Orate, frates, recorda-nos aquele passo em que Cristo, depois de ter orado no horto com suor de sangue, se chegou a seus discípulos e lhes disse: vigiai e orai, para não cairdes em tentação.

O Prefácio e o Sanctus simbolizam a entrada solene e pública de Cristo em Jerusalém no dia de Ramos, e o júbilo com que o povo o recebeu.

No Cânon o sacerdote diz as orações em voz baixa, recordando-nos que Cristo se retirou dos judeus e foi, em segredo, com seus discípulos a Efren; e também para inspirar-nos grande respeito, porque é sabido que o que se faz com demasiada publicidade se vulgariza, e com facilidade se despreza.

Eleva-se a hóstia e o cálice para recordar-nos que Cristo foi levantado na cruz.

O Pater Noster simboliza aquelas palavras que Cristo dirigiu ao Eterno Padre imediatamente antes de expirar; assim como aquele pouco tempo que o sacerdote está em silêncio depois do Pater Noster significa o tempo que esteve Cristo no sepulcro, em que sua alma desceu ao seio de Abraão para dar liberdade às almas dos Santos Padres, que esperavam sua vinda.

O Pax Domini simboliza a aparição de Cristo aos seus discípulos e às Marias, depois de ressuscitado.

O Agnus Dei recorda-nos que Cristo, depois de sua Ressurreição, subiu aos céus para lá ser nosso advogado.

As Orações finais que o sacerdote reza são símbolos das que Cristo dirige no céu, em nosso favor, ao Eterno Pai.

O Ite Missa est significa que o sacerdote fez o ofício de embaixador e de ministro enviado por Deus, para oferecer-lhe aquele sacrifício por toda a Igreja católica, pelas almas do purgatório e para alcançar para todos a divina graça.

A Bênção que o sacerdote dá no fim da missa significa a que Cristo dará aos justos no dia de Juízo Final.

Santo Antonio Maria Claret em “Caminho Reto e Seguro para Chegar ao Céu” (7ª Edição, Editora Ave Maria)

7 coisas que você precisa deixar de lado para ter um casamento feliz



Um casamento alegre e forte exige desapegar-se de certas atitudes e ideias preconcebidas

O casamento é como uma dança – requer que ambos pratiquem e trabalhem em conjunto. Às vezes, um ou o outro irá tropeçar ao longo do caminho. É importante deixar os erros pelo caminho, de forma que a dança final possa ser um belo reflexo do amor de um pelo outro.

No meu papel como fundadora da marriage.com, eu tive a oportunidade de trabalhar com conselheiros que se especializaram em ajudar os casais a construir casamentos fortes. Mary Kay Cocharo, uma terapeuta que tem trabalhado com casais e famílias há mais de 25 anos, disse-me que, às vezes, construir um vínculo mais forte significa esquecer algumas noções preconcebidas sobre o casamento.

Curiosa, eu pedi para ela compartilhar sete dicas para os casais… Siga-as, e o seu casamento será mais forte:

1) A ideia de um par perfeito

Você realmente acha que o companheiro(a) perfeito existe? E se ele ou ela existe, o que faz pensar que eles gostariam de estar com você? É aqui que você desiste da ideia de que seu marido ou sua esposa deva se esforçar para ser uma versão “perfeita”.

“Parece-me que, muitas vezes, as mulheres, em particular, casam-se com o ‘homem dos seus sonhos’, e em seguida, colocam-no imediatamente em um programa de ‘reabilitação’ para fazê-lo mudar para o homem que projetaram! Isso, como você pode imaginar, confunde e irrita os homens”, diz Mary Cocharo.

Então, como é o marido ou esposa “perfeito”? Pergunte a 10 pessoas, e você obterá 10 respostas diferentes. Trish, de Los Angeles, disse que seu companheiro ideal seria alguém que fizesse pequenas coisas para ela. Seu marido, Carl, com quem ela é casada há cinco anos, disse que o par perfeito seria alguém que fosse muito amorosa. Ambos precisavam ser amados de suas próprias aneiras. Nenhum dos dois estava certo ou errado.

Ao invés de colocar a sua energia em tentar “consertar” ou “mudar” o seu cônjuge, esqueça essa ideia. Gaste sua energia celebrando o que você ama na pessoa que está com você, e fazendo de você mesma o melhor que possa ser.

2) Comparando o seu relacionamento com outros

Olhando ao redor em Nova Iorque, Mike não poderia deixar de notar outros casais. Este casal sempre está abraçado ou de mãos dadas. Outro casal foi simpático e extrovertido, sempre convidando outras pessoas para um jantar. Ainda outro casal parecia ter tudo – bons empregos, tempo para fazer exercícios etc. Às vezes ele volta para sua esposa, Nina, e pergunta por que eles não são mais como qualquer um desses casais.

É difícil não comparar seu relacionamento com outros. Mas se você quer um casamento feliz, você precisa abandonar as comparações. O que Mike não sabia era que o casal de mãos dadas estava trabalhando sua falta de intimidade; o casal que convida para a noite de diversão tem problemas para se comunicar, e ter outras pessoas por perto serve como uma boa distração; e o casal que parecia “ter tudo” estava, na verdade, cheio de dívidas e estresse.

Lembre-se que a grama do vizinho não é sempre mais verde. Você e sua esposa são pessoas únicas, e seu relacionamento é especial. Deixe de olhar para fora de seu relacionamento e foque apenas em vocês dois, assim você não terá a necessidade de comparar.

3) Necessidade de estar certo

Jacob e Sarah são casados há mais de 12 anos e vivem na Flórida. Eles lutaram com unhas e dentes por anos contra um problema em seu casamento – se deveriam ou não ter uma TV em seu quarto. Ele queria, porque gosta de relaxar e assistir a um show antes de adormecer em sua cama. Ela odeia a ideia, porque acha que o quarto deve ser uma zona livre de distração. Quem está certo?

A resposta curta é: os dois e nenhum dos dois. Esta é mais uma daquelas questões que não têm uma resposta certa ou errada (você descobrirá que o casamento está cheio desse tipo de resposta). Ainda assim, Sarah mostrou a Jacob estudos sobre como uma TV no quarto afeta o relacionamento tentando provar que ela estava certa. Mas o que ela realmente precisava fazer era tentar compreender as razões do marido, assim como ele às dela.

Existem alguns valores não negociáveis que devemos apoiar, mas, em um casamento, você deve considerar sempre a outra pessoa. Pergunte a si mesmo, é mais importante estar “certa” ou ter um casamento feliz? Será que esta coisa particular significa tanto para mim? Será que o que você está discutindo realmente importa, afinal?

4) Deixe as mágoas passadas

Casamentos simplesmente não podem seguir adiante se um dos parceiros se prende em mágoas passadas. Isso foi um grande problema com o casamento de oito anos de May e Alex. Ela simplesmente não deixava de lado um grande mal que ele tinha feito no passado, e isso estava prejudicando sua capacidade de seguir em frente.

Talvez tenham acontecido brigas ou incidentes no passado que você esteja guardando. Se você estiver preso a isso, é importante procurar um aconselhamento para descobrir como superar a situação.
Mary Cocharo observa: “Se você está vivendo um conflito, não significa que você escolheu a pessoa errada para se casar. Isto simplesmente não é verdade. Conflitos nos relacionamentos são o crescimento tentando brotar. É o seu convite para ser um parceiro melhor para sua amada”.

5) Pensando que vocês se parecem

Hillary adora sair e praticar exercícios, mas seu marido Paul, com quem se casou há seis anos, prefere ficar em casa, lendo ou assistindo à televisão. Nos primeiros anos de seu casamento, ela implorou para Paul ir com ela em caminhadas ou praticar esportes – ele concordou porque a amava e queria passar mais tempo com ela. Depois de um tempo, no entanto, ela percebeu que ele não estava gostando muito de seus passeios.

Então ela encontrou uma amiga que também gosta de caminhar e passou a ir com ela, como alternativa; Hillary também entrou em uma academia. Paul a encoraja a praticar exercícios, ele fica muito feliz e a cumprimenta quando ela chega em casa. Atualmente, eles passam tempo juntos indo ao cinema ou saindo para jantar.

Só porque você é casado não significa que você tem que fazer tudo junto. Na verdade, um pouco de tempo separados pode ajudá-los no desenvolvimento individual, o que contribui para uma experiência mais rica quando se reúnem.

6) Acreditando que o sexo sempre será fantástico

Cocharo aconselha: “Você precisa deixar de lado a ideia de que o sexo sempre será fantástico como era no início. O sexo pode ser realmente incrível no começo… mas tenha em mente que você ainda pode ter um sexo quente, conectado, emocionalmente ligado e mais tarde adicionar novas experiências em seu relacionamento também”.

7) A ideia de que ter filhos irá melhorar automaticamente o seu relacionamento

Cocharo sugere: “Esqueça a ideia de que as crianças vão melhorar o seu relacionamento. Não me interpretem mal, mas vocês com certeza ficarão ligados em torno do amor e do compromisso com o bebê. Mas vocês vão, muito provavelmente, também ficar privados do sono, irritados e sem muito tempo para o seu casamento como antes da chegada do bebê”.

Então, o que os novos pais devem fazer? “Este é um bom momento para simplificar o seu calendário social e se voltar para dentro, em direção ao relacionamento. Separar algum tempo apenas para vocês dois, mesmo que seja uma caminhada de 20 minutos ou um chamego de 10 minutos. As crianças ocupam e merecem um grande compromisso de tempo e energia de seus pais, mas não se esqueça que o fundamento da família é o relacionamento entre marido e mulher”.
*Malini Bhatia é fundadora da Marriage.com, um site que oferece recursos, informações e uma comunidade que apoia casamentos felizes e saudáveis. Malini tem experiência global em gestão e comunicação internacional. Casada há 11 anos, vive em Los Angeles com seu marido e suas duas filhas.

Quando fumar e beber é pecado e quando não é ?


“Não é que entra pela boca que torna o homem  impuro, mas o que sai de sua boca, isto o torna  impuro...”(Mateus 15,11).
Então chega o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: ‘Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores.Todavia, a sabedoria é comprovada pelas obras que são seus frutos...” (Mateus 11,19).

(À esquerda na foto acima: o bem-aventurado João XXIII, fumando; à direita, o bispo Joseph Ratzinger, Papa emérito Bento XVI , apreciando uma boa cerveja na sua querida terra Alemanha).

Como assim fumar não é pecado, se todos sabem que o cigarro e a bebida são prejudiciais ?
Antes de tudo, que fique claro: o nosso objetivo aqui é comunicar a doutrina da Igreja, muito mais do que as nossas opiniões pessoais. Não devemos confundir uma coisa com a outra. Particularmente, não fumo e nem bebo, e por mim, ninguém no mundo fumaria , mas não há nada no magistério da Igreja que nos dê base para afirmar que fumar cigarro, cachimbo ou charuto seja um mal em si.
O Catecismo da Igreja se restringe a condenar o ABUSO do fumo:
“A virtude da temperança manda evitar toda espécie de exceção, o ABUSO da comida, do álcool, do fumo e dos medicamentos.” (CIC, 2290)
Portanto, fumar e beber moderadamente não é pecado. Conheço muita gente que consome alguns poucos cigarros de tabaco, uma ou duas vezes por semana, ou que fuma um charuto , e ou seu cachimbo eventualmente. E, até onde sei, não há estudos que provem que o fumo em tão poucas quantidades cause algum dano relevante à saúde. E podemos até afirmar, sem querer provocar o incentivo,que isso é menos nocivo ao corpo do que muita porcaria que a gente come tranquilamente nos fast foods da vida, sem que nenhum moralista venha nos incomodar.
“Os puritanos tanto Católicos como protestantes piram com isto” !!!

Dizia o filósofo britânico G. K. Chesterton que “não é o álcool que degrada o homem, mas, ao contrário, é o homem quem degrada a bebida.É o mau uso (o abuso) que se faz da bebida alcóolica o que determina um dependente do álcool, ou fumo. Nunca vi copos de cerveja com vida própria, se insinuando para os seres humanos e colocando-se em suas bocas. Também nunca vi um cigarro tocando a campainha da casa das pessoas e pedindo para ser fumado. É por iniciativa nossa que consumimos álcool ou tabaco.”
Porém, me desculpem os puritanos, o uso moderado destas substâncias definitivamente não constitui pecado.Foi o próprio Jesus Cristo quem realizou o milagre de transformar a água em vinho em uma festa nas bodas de Caná (cf. Jo 2, 1-12).O próprio Senhor tratou de oferecer aos convidados da festa uma bebida alcoólica. Convenhamos: “Deus é inacessível ao mal e não tenta a ninguém” (Tg 1, 13). Então, como beber vinho ou qualquer outra bebida com álcool, pode ser um ato pecaminoso?
É claro que existe uma óbvia diferença entre o consumo do álcool, ou do tabaco, e o abuso destas substâncias. Por isso, a Igreja se vê obrigada a advertir:
“A virtude da temperança leva a evitar toda a espécie de excessos, o abuso da comida, da bebida, do tabaco e dos medicamentos. Aqueles que, em estado de embriaguez ou por gosto imoderado da velocidade, põem em risco a segurança dos outros e a sua própria, nas estradas, no mar ou no ar, tornam-se gravemente culpados.”(Catecismo da Igreja Católica, § 2290).
Está claro que uma pessoa que está dirigindo embriagada coloca em risco a sua vida e também a de outrem. Quem abusa do álcool pode enfrentar situações muito embaraçosas, acontecendo mesmo de que não se lembre do que fez enquanto estava sob o efeito da substância. Aí está um problema particularmente grave. Cabem, neste ponto, as sempre atuais considerações do Compêndio de Teologia Moral do Pe. Teodoro Del Greco, sobre o pecado da gula ou embriaguez:
“À gula se referem a intemperança no beber até à perda do uso da razão (embriaguez), a qual, se é perfeita, isto é, se chega a impedir completamente o uso da razão, é pecado mortal “ex genere suo”, se causada sem motivo suficiente.”
“Por graves razões, provavelmente, pode permitir-se a embriaguez, como por exemplo, para curar uma doença ou para com mais segurança submeter-se alguém a uma operação cirúrgica. Afastar a melancolia não é motivo suficiente para embriagar-se. A embriaguez que priva só parcialmente do uso da razão (imperfeita) é somente pecado venial, mas poderia tornar-se mortal pelo dano ou escândalo produzido, pela tristeza que poderia causar aos pais, etc.”[Compêndio de Teologia Moral, Del Greco;edição em PDF, pp. 56-57]
A Igreja é bastante criteriosa ao tratar estes assuntos, mas está bem claro que saborear uma cerveja com os amigos sem perder o uso da razão (Sem botar boneco), no fim de semana não é pecado algum. Constituiria pecado o seu abuso, mas não o seu uso moderado , o que pressupõe que coloquemos em prática a virtude da temperança. Podemos encontrar muitos grupos de alcoólicos anônimos patrocinados por movimentos católicos, mas certamente não encontraremos uma só linha do Catecismo que condene o consumo moderado de álcool,  ou mesmo de tabaco. Muita gente dentro da própria Igreja precisa aprender isso. Qualquer tentativa de demonizar um copo de vinho, ou de cerveja, é mera tagarelice achológica e puritana. Não é doutrina católica.
OS PAPAS E SANTOS QUE FIZERAM USO MODERADO DE TABACO E BEBIDAS:
1)- Bento XIV foi também usava pó de tabaco (rapé). Ele disse ter oferecido uma vez a sua caixa de rapé para o líder de alguma ordem religiosa, que não quis dar uma pitada de rapé, dizendo: “Sua Santidade, eu não tenho esse vício”, ao que o Papa respondeu: “Não é um vício. Se fosse um vício que você teria”.
2)- Pio IX também gostava de cheirar rapé (Pó de tabaco), e era tão efusivo e constante nisso que muitas vezes ele teve que mudar sua longa batina branca algumas vezes por dia, ela era branca, afinal de contas, e a poeira do rapé iria encardi-la. Ele ofereceu rapé, e caixas de rapé para os visitantes.Quando o representante de Victor Emanuel veio a ele para apresentar as condições que o pontífice acreditava que eram inaceitáveis, o papa “bateu na mesa com uma caixa de rapé, que, em seguida, quebrou” O representante “o deixou tão confuso que ele apareceu tonto.” Em 1871, o Papa também, durante o tempo em que ele era o “prisioneiro do Vaticano”, ofereceu a sua “caixa de rapé de ouro, muito bem esculpida com dois cordeiros simbólicos em meio a flores e folhagens”, para ser oferecido como prêmio em uma loteria mundial para arrecadar dinheiro para a Igreja.
(Audiência com o Papa Pio IX - Biblioteca do Congresso).

3)- Leão XIII gostava de rapé. Antes de se tornar papa, ele serviu por um tempo como núncio apostólico em Bruxelas e contou com a conversa e companhia dos aristocratas cultos e agradáveis lá. Uma noite, no jantar, certo Conde, que era um livre-pensador, pensou que e iria se divertir um pouco às custas do núncio, e ele entregou-lhe uma caixa de rapé para examinar, que tinha em sua capa uma pintura em miniatura de uma bela Venus nua. Os homens da festa assistiram o progresso da piada, e como para o Conde, ele estava sufocando com o riso, até que o Núncio diferencialmente devolveu a caixa com o comentário: “Muito bonita, de verdade, conde. Presumo que é o retrato da condessa?”.
4)- Pio X tomou rapé e fumou charutos enquanto era cardeal, quando foi eleito papa deixou de fumar.
5)- Pio XI fumava um charuto ocasional. Pio XII não fumava. E João XXIII fumava cigarros.
Paulo VI foi um não-fumante.João Paulo II não fumava, mas o Papa Bento XVI fumava uma vez ou outra Marlboros.
SANTOS QUE FAZIAM USO MODERADO DO TABACO:
1)- A Venerável Marie Thérèse de Lamourous, mostrou o manto de Santa Teresa de Ávila, no convento carmelita, em Paris, foi autorizado a colocá-lo em: “Eu beijei ele; Apertei-o em cima de mim”, ela escreveu: “Eu observei tudo, até mesmo as pequenas manchas, que parecia ser de rapé espanhol.”
2)- O uso do tabaco se tornou um problema durante as investigações beatificação de José de Cupertino, João Bosco, e Felipe Neri. Com os dois primeiros, os advogados do diabo argumentaram que a virtude heróica não se aplicava porque eles usaram o tabaco. O defensor de José argumentou, com base em entrevistas com José durante a sua vida, que o seu fumo foi uma ajuda para a sua santidade, ajudando-o a ficar até à noite para suas devoções e estender o seu jejum. No caso de Felipe Neri, o exame de seu corpo durante o inquérito mostrou que os tecidos moles do seu nariz morreram e assim seu corpo não era incorruptível. Sugeriu-se que isso se deveu ao seu uso pesado de rapé. Mas estes eram argumentos fracos contra a sua santidade.
3)- Bernadette Soubirous teve asma na infância e seu médico presceveu  rapé para ela (sua caixa de rapé está em exposição no Lourdes). Quando ela tinha dezesseis anos, na escola, ela se lembrou mais tarde: “Uma irmã ficou chocada quando eu comecei a fazer todos espirrarem passando rapé ao redor enquanto ela zumbia de longe em francês”. Depois que ela entrou no convento mais tarde,”Ela produziu sua caixa de rapé para recreação, um dia, para o grande escândalo de uma irmã. Ela gritou: ‘Oh, Irmã Marie-Bernard, você nunca vai ser canonizada.’ ‘Por que não’, perguntou a ‘rapezeira’, ‘Porque você usa rapé. Esse mau hábito quase desqualificou São Vicente de Paulo.’ ‘E você, Irmã Chantal,’ respondeu Irmã Marie-Bernard, rapidamente, ‘você vai ser canonizado, porque você não usou.”
4)- São João Maria Vianney usou rapé, muitas vezes durante suas longas sessões de confissões.
5)- Padre Pio mantinha o rapé em um pequeno bolso do hábito, e passou rapé para seus visitantes. Um biógrafo escreveu que, “Uma noite, durante uma conferência com oncologistas, no meio de um relatório sobre a investigação do cancro, Padre Pio virou-se para um dos homens e perguntou: ‘Você fuma?’. Quando o homem respondeu afirmativamente, Pio, apontando o dedo firmemente repreendeu: ‘Isso é muito ruim’, então, com quase o mesmo fôlego, voltou-se para um outro médico e perguntou: ‘você tem algum rapé?’”
OS JESUÍTAS E O CULTIVO DE TABACO JUNTO AOS INDÍGENAS:

“Um jesuíta foi questionado se era lícito fumar um charuto enquanto orava, e sua resposta foi um inequívoco “NÃO”. No entanto, o jesuíta sutil e rapidamente acrescentou que, embora não fosse lícito fumar um charuto enquanto orava, era perfeitamente lícito rezar enquanto fumava um charuto”.
Nos séculos 16 e 17, os jesuítas desenvolveram grandes plantações de tabaco na América Central e do Sul e  interesses financeiros na retenção de receitas a partir deles. Dominicanos, franciscanos e agostinianos tinham acordos semelhantes na América Central.
Durante este tempo, os jesuítas, apaixonados por seu rapé, foram acusados por seus adversários protestantes e laicos, sem qualquer evidência de que eu tenha encontrei, de levar rapé envenenado sobre as suas pessoas e oferecendo aos que tentavam assassinar. O “rapé Jesuíta” este material imaginário passou a ser chamado. O medo que o rodiava parece ter sido mais intenso depois de dezenas de milhares de barris segurando cinqüenta toneladas de rapé espanhol foram capturados por navios espanhóis na baía de Vigo em 1702, pelo almirante Inglês Thomas Hopsonn e encontrou seu caminho para o mercado britânico.
Ao mesmo tempo, missionários jesuítas introduziram o rapé  que eles amavam ao Capitólio da China durante a dinastia Manchu, por volta de 1715. Durante algum tempo, chineses convertidos ao catolicismo eram chamados de “compradores de rapé” por seus compatriotas e lidavam com a fabricação e venda de tabaco em Pequim. Muitos monges budistas tibetanos ainda gostam muito de rapé.
Os jesuítas não estavam sozinhos entre as ordens mendicantes em seu amor de rapé. Laurence Sterne, autor de Tristram Shandy, também escreveu uma viagem sentimental através da França e da Itália, em 1768, no qual ele descreve um incidente edificante e humilhante para ele, de troca de caixas de rapé com um pobre frade. Mas durante o século 19, a moda de usar rapé nasal desapareceu, e o charuto, cachimbo, e, em seguida, o consumo de cigarros substituiu. Fontes literárias mostram que tomar rapé foi mais e mais deixado para os velhos e os pobres, e para certos clérigos conservadores que persistiram com seu rapé, em vez de mudar para fumar.
Em uma carta 1846, o Pe. William Faber, sacerdote do Oratório de São Felipe Neri, escreveu: “Na Florença, o Superior da Camaldolese expressa um grande desejo de me ver; ele estava doente na cama, e sua cama cheia a rapé; ele agarrou minha cabeça, enterrou-o nas-roupas com cheiro de fumo, e me beijou mais impiedosamente”.
“Dez Anos em Roma”, um artigo não assinado publicado em 1870 na revista The Galaxy, nos diz, a respeito de frades capuchinhos: “Você vê a amostra indo sobre Roma em seu hábito marrom-escuro (de onde manter-se limpo), seu sua caixa de rapé de chifre preto, e seu imundo lenço de algodão azul de pelúcia em sua manga, e sua carteira pendurada em seu braço.”
E Maud Howe, em um artigo publicado no The Outlook, intitulado “Codgers romanos e solitários”, comentou, em 1898, sobre um frade oferecendo-lhe uma pitada de uma caixa rapé de chifre gasto. “O rapé ainda é tomado na Itália por o velho e o antiquado”, escreveu ela, “e tem a sanção do clero. Um editorialista no Dublin Review de 1847, lamentou que as indagações iniciais para a fé, muitas vezes descoberto “que os padres católicos são geralmente apenas pobres, mal-instruídos, usuários de rapé, espécie comum das pessoas.”. Ironicamente, o autor desejou, pois um tipo diferente de sacerdote, um “sábio e vencedor” - e deu como exemplo São Felipe Neri.
Em setembro de 1957, Pio XII dirigiu uma carta a Congregação Geral da Companhia de Jesus, em Roma. Ele aproveitou a ocasião para exortar os jesuítas, bem como outras ordens religiosas a apertar sua disciplina, e abraçar a austeridade, em parte, eliminando artigos “superficiais” de suas vidas, incluindo “não poucos confortos que os leigos podem legitimamente exigir.” “Entre elas”, ele disse, “deve ser incluído o uso do tabaco, hoje tão difundida e usado”. Com o mesmo espírito de abstinência, eles “não deveriam entrar em férias fora de suas casas de sua ordem sem motivo extraordinário nem empreender em nome de descanso, longas e onerosas viagens de lazer”.
E, em 2002, João Paulo II assinou uma lei tornando-se “proibido fumar em locais fechados públicos, locais frequentados pelo público e locais de trabalho, situados nos territórios do Vaticano, as áreas para além das fronteiras deste Estado [ou seja, escritórios do Vaticano em outros países], e nos meios de transporte público.”





Que tipo de vinho foi usado por Jesus e os Apóstolos?
Na Sagrada Escritura várias palavras são utilizadas para fazer referência ao vinho, cada uma refere-se a um tipo de vinho diferente (seja no grego ou no hebraico):
1)- A primeira classe de vinho refere-se um vinho mais forte. As palavras "sikera" (grego, cf. Lc 1,15) e "shêkar" (hebraico, cf. Prov 20,1; Is 5,1) referem-se a isto, e normalmente são traduzidas por "sidra" ou "bebida forte", devido ao elevado teor alcoólico que este tipo de vinho possuía.
2)- A segunda classe refere-se a um vinho novo mais adocicado. Palavras como "gleukos" (grego) e "tirôsh" (hebraico, cf. Prov 3,10; Os 9,2; Jl 1,10), aludem a este tipo de vinho. Em At 2,13 os Apóstolos foram acusados de estarem embriagados dele, por causa da ação do Espírito Santo sobre eles.
3)- A terceira classe é mencionada com maior freqüência tanto no AT quanto no NT. A palavra hebraica para este vinho é "yayin", que tem em sua raiz o significado de borbulhar, espumar ou ferver. A palavra referente no grego é "oinos", que em seu sentido mais geral refere-se simplesmente ao suco de uva.
4)- Normalmente a literatura judaica indica que o "yayin" é um vinho misturado. Normalmente é referenciado como um xarope grosso (produzido através do suco de uva fervido) misturado com água (cf. Sl 75,8; Prov 23,30), de baixo teor alcoólico. Embora em menor freqüência, pode também corresponder a um licor obtido pela fermentação.
A Mishná Judaica que é a antiga coleção escrita de interpretações orais da lei mosaica e antecederam o Talmud, declara que os judeus utilizavam com certa regularidade o vinho fervido, ou seja, o suco de uva reduzido a uma consistência grossa mediante a ação do calor. Esta descrição corresponde à terceira classe de vinho.A palavra grega "oinos" portanto pode fazer referência tanto ao suco de uva, quanto ao vinho de baixo teor alcoólico.
Algumas pessoas afirmam que o vinho resultado do milagre de Jesus nas bodas de Cana da Galiléia não era alcoólico ("oinos" como suco de uva):
Este tipo de afirmação fundamenta-se na doutrina humana de que Deus proíbe o consumo de bebidas alcoólicas. De qualquer forma o milagre da transformação da água em vinho merece uma análise mais profunda.Conforme vimos, o vinho fermentado era usado no templo para o oferecimento do sacrifício a Deus (cf. Num 28,7), seu consumo era tido como um prêmio resultado do trabalho (cf. Deut 14,26). Por esta razão, era tido em alta estima entre o povo Judeu, onde seu uso foi estendido às celebrações festivas, sejam religiosas ou não (cf. v. Unger's Bible Dictionary, verbete "Lord's Supper").
Jesus e Sua Santa Mãe estavam em uma festa de casamento onde tradicionalmente o vinho servido aos convidados era alcoólico. Isso pode ser atestado pela declaração do mestre de cerimônia quando provou o vinho que Jesus fez: "É costume servir primeiro o vinho bom e, depois, quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom" (grifos meus) (cf. Jo 2,10). Ora, ele fala mais que claramente que "é costume servir primeiro o vinho bom"; vinho este que se não fosse fermentado não deixaria os convidados "quase embriagados".
Se o vinho que foi servido primeiramente aos convidados não fosse alcoólico, por que o mestre de cerimônia faria tal declaração? Ele se espanta exatamente porque o vinho melhor (o vinho resultado do milagre de Cristo), foi servido quando todos já estavam "quase embriagados", quando o costume  era exatamente o contrário.
Por isso ele depois de provar o vinho milagroso, se dirige a Jesus dizendo: "É costume servir primeiro o vinho bom e, depois, quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora" (Jo 2:10).Isto nos remete a confirmar que o vinho que Cristo fez também era alcoólico, pois não faria nenhum sentido Ele utilizar um tipo de vinho diferente do que era comumente usado. Não só isso, mas com toda certeza, Cristo desejou o melhor para aquele casal, cujas bodas estavam sendo realizadas. E assim providenciou um vinho excelente, um vinho conforme àquele que era usado no templo em honra Dele, um vinho com álcool (cf. Num 28,7).
A primeira carta de São Paulo a Timóteo dá testemunho que o "oinos" usado entre os Judeus era alcoólico. A expressão "dado ao vinho" em 1 Tm 3,3 é a tradução da palavra grega "paroinos" cujo significado literal é "colocar-se ao lado do vinho", aludindo a prática de ficar bebendo o dia inteiro. São Paulo recomenda que quem for escolhido para tomar lugar no Ministério de Deus, não seja um beberrão, fazendo assim um uso não permitido do vinho. A passagem só faz sentido se o vinho for alcoólico. Ver também Tt 1,7.
Não só o presbítero deve consumir o vinho com sabedoria, mas também o leigo:
Por isto o Apóstolo Paulo ensina aos Efésios: "Não sejais imprudentes, mas procurai compreender qual seja a vontade de Deus. Não vos embriagueis com vinho, que é uma fonte de devassidão, mas enchei-vos do Espírito" (Ef 5,17-18).
Na Carta aos Efésios, São Paulo pede que as pessoas não se embriaguem (cf. Ef. 5,18). Provavelmente ele estava ser referindo à celebração da "Ceia do Senhor", devido às recomendações que são dadas exatamente no versículo seguinte: "Recitai entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais. Cantai e celebrai de todo o coração os louvores do Senhor" (cf. Ef. 5,19). Tal exortação não faria o menor sentido se o vinho usado nas celebrações cristãs não fosse alcoólico.
Os Cristãos até os tempos do Protestantismo histórico sempre celebraram a "Ceia do Senhor" com vinho alcoólico, costume herdado da era apostólica. Luteranos, Presbiterianos e Anglicanos até hoje utilizam vinho fermentado em suas celebrações.

Conclusão
Jesus condenou com veemência a prática de se anular a doutrina de Deus pela doutrina dos homens (cf. Mc 7,5-8).Esta prática é conhecida como "cerca em torno da lei", isto é, substitui-se um ensinamento divino por um humano mais severo, que tem com objetivo evitar que as pessoas pequem. Um exemplo da instituição do homem em detrimento de uma divina, por parte dos Fariseus, é denunciada por Jesus em Mc 7,9-13.
Aqueles que adoram citar Mc 7,5-8 contra a Igreja Católica, além de não discernirem a diferença entre as Tradições que vem de Deus (com "T" maiúsculo, cuja observação é recomendada pelo Apóstolo Paulo em 2 Tes 2,15) e as tradições que vem dos homens (com "t" minúsculo), acabam tornando-se piores que os Fariseus, pelo fato de que estes nem sequer ousaram proibir o consumo de álcool ao povo.
A doutrina da proibição de consumo de bebidas alcoólicas não é divina, mas humana. São Paulo nos ensinou: "Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãos sofismas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo" (Col 2,8). Ainda sobre a pena de São Paulo aprendemos que "Para os puros todas as coisas são puras. Para os corruptos e descrentes nada é puro: até a sua mente e consciência são corrompidas" (Tito 1,15).
O consumo de bebidas alcoólicas portanto, não é proibido ao cristão, entretanto este deve sempre ter em mente estas duas regras: "No princípio o vinho foi criado para a alegria não para a embriaguez" (Eclo 31,35) e "O vinho, bebido em demasia, é a aflição da alma" (Eclo 31,39).
Bibliografia
 
MARTIN, Malachi. Os Jesuítas. Tradução. Rio de Janeiro: Record, 1987. 464 pgs.
HATCH, Alden. João XXIII, o Papa Inesquecível. Trad.: Paulo Nasser. Rio de Janeiro: Casa Editora Vecchi, 1963. 360 pgs.
LOWERY, Daniel L. Seguir o Cristo. Manual de Moral para o povo de Deus. Trad.: Pe. Carlos Sanson, C.SS.R. São Paulo: Editora Santuário, 1995. 168 pgs.
GRACIÁN, Baltasar. A Arte da Prudência. Trad.: Davina M. de Araújo. Rio de Janeiro: Sextante, 2006. 97 pgs.