segunda-feira, 31 de julho de 2017

Bispos de Ohio pedem substituir pena de morte por misericórdia e conversão




COLUMBUS, 28 Jul. 17 / 12:00 pm (ACI).- No estado de Ohio (Estados Unidos), os líderes da Igreja Católica defenderam a necessidade de substituir a pena de morte por misericórdia e conversão espiritual.
“A Igreja Católica acredita que a pena de morte é uma forma desnecessária e sistematicamente defeituosa de castigo”, sustentou em um comunicado a Conferência Católica de Ohio, no qual aborda o caso de Ronald Philips, executado pelo assassinato de uma menina.
“Os bispos católicos de Ohio buscaram misericórdia para o Sr. Philips ao acreditar que a conversão espiritual é possível e que toda vida – inclusive a do pior ofensor – tem valor e dignidade”.
“Que sua alma, pela misericórdia de Deus, descanse em paz”, expressaram.
A execução de 26 de julho foi a primeira em Ohio desde 2014. Phillips, de 43 anos, foi executado por injeção letal no Centro Correcional de Lucasville, localizado no sul da cidade, segundo informou Associated Press.
Foi condenado à morte por estuprar e assassinar em 1993 a filha de sua ex-companheira, de três anos, chamada Sheila Marie Evans.
Dez minutos antes de sua morte, entregou sua última declaração.
“Sheila Marie não merecia o que fiz”, disse Phillips à família da menina. “Sinto muito que tenha tido que viver durante tanto tempo com o peso de minhas ações”, expressou.
Nesse dia, Phillips passou a maior parte da manhã rezando, de joelhos e lendo a Bíblia. O governador de Ohio, John Kasich, tinha recusado a solicitação de clemência em 2016, “pela natureza extremamente brutal da ofensa cometida contra uma menina inocente de 3 anos”.
Os bispos de Ohio citaram previamente o discurso do Papa Francisco no Congresso dos Estados Unidos, no qual pediu o fim da pena de morte.
Por sua parte, a diretora executiva de Catholic Mobilizing Network, Karen Clifton, assinalou que sua organização estava “profundamente entristecida” pela retomada das execuções.
“Nossas orações estão com a vítima, sua família e todos aqueles aos quais foi pedido para participar na execução de Ronald Phillips”, expressou.
“Ronald Phillips cometeu um crime horrendo, mas, através da graça do amor transformador de Deus, tornou-se uma pessoa que pediu perdão e passou, junto com outros, da raiva e do ódio ao arrependimento”, disse Clifton.
“A execução de hoje ressalta a necessidade da misericórdia e reconciliação em nosso sistema de justiça”, sustentou.
Assim, Clifton pediu ao estado de Ohio que reconsidere as outras 26 execuções programadas.
Entre os demais opositores está a organização Ohioans to Stop Executions, que entregou mais de 27.500 assinaturas ao governador Kasich pedindo adiar as execuções no estado, incluindo a de Phillips, segundo informou Cleveland.com.
Também defenderam melhores garantias para prevenir a execução de pessoas inocentes e respaldaram as 56 recomendações que o grupo de trabalho do Supremo Tribunal de Ohio sobre a pena de morte realizou para a legislatura estatal.
As companhias farmacêuticas europeias proibiram a venda de seus remédios para propósito de execuções, o que dificultou o trabalho para os funcionários do estado de Ohio responsáveis por elas, os quais assinalaram que têm material suficiente para realizar três execuções.
As execuções no estado de Ohio foram interrompidas depois do que aconteceu com o condenado Dennis McGuire em janeiro de 2014, em cuja execução foi visto apertando o punho, tentando se sentar, ofegante a asfixiando-se, durante 26 minutos até que finalmente morreu.
McGuire foi condenado pelo assassinato de uma mulher e seu filho por nascer em 1989. Nos meses anteriores a sua execução, recorreu ao Sacramento da Reconciliação e participava das Missas semanais da prisão.
Na Missa antes de sua execução, recebeu a unção dos enfermos e moribundos, além da direção espiritual.
Desde que a pena de morte foi retomada em Ohio, em 1999, 54 pessoas foram executadas.

"Ficar" é pecado? E os beijos na boca (de língua) no namoro?






Nas reuniões de grupos jovens e nas catequeses para jovens sempre surge um assunto um tanto quanto polêmico. A pergunta que normalmente fazem é: Ficar é pecado? Vale ressaltar que quando eu falo “polêmico” aqui é mais entre quem deveria ensinar do que da parte de quem ensina, porque a verdade é uma só, e me parece que é muito evidente o ser ou não pecado aqui. Mas vamos tentar fazer uma análise sobre a questão, para não dizerem que é puro “radicalismo” e exageros. Até porque a questão vai além do “ficar”, vai no próprio namoro sério de muita gente, que acha que namora santamente, mas muitas vezes vive ao menos em grande perigo por pura negligência.
Começando pelo “ficar”. O que seria o ficar? Nas palavras dos jovens que “ficam”, trata-se de um período onde duas pessoas querem se conhecer melhor antes de tomar a séria decisão de iniciar um namoro sério. Porque afinal – dizem eles – é preciso conhecer bem uma pessoa antes de estreitar os laços pro namoro. No entanto, o que primeiro deveríamos nos questionar é: por acaso o conhecimento da pessoa não se dá no namoro? Sim, porque o namoro é o período onde os jovens namorados passam a se conhecer para ver se tem compatibilidade para se casarem um dia. Depois, no noivado, é algo a mais do que conhecer, é já ter a firme decisão de casarem e só aguardam a data que já deve estar marcada (sim, porque noivos que não tem data de casamento marcada ou que nem se mechem para marcar não são noivos, são namorados “enrolões”). Mas na prática o que seria o “ficar”, uma vez que vimos que a teoria é derrubada por si só? Na prática o “ficar” é duas pessoas que não querem compromisso algum e então trocam carícias exageradas, como por exemplo o beijo de língua que é próprio de casais casados mesmo (veremos adiante sobre), e se agarram, tocam, pega daqui, esfrega dali, e tudo por causa do prazer pelo prazer. E quem “fica” não fica com uma pessoa apenas. Afinal, não tem compromisso. Se o ciclano tá “ficando” com a fulana, ele aproveita e também “fica” com a beutrana, a prima da prórpia fulaninha, etc. A fulana por sua vez faz o mesmo. E tudo por causa do prazer. Isso é de Deus? Não! Isso chama-se PROSTITUIÇÃO!
Alguns reclamam esse direito achando que devem “ficar” pra conhecer o outro. Mas mesmo que ambos estejam “ficando” apenas um com o outro, se ambos se gostam, porque então não namoram logo? Porque querem apenas o prazer que um beijo de línguas – isso quando infelizmente não avança para a fornicação de uma vez – pode proporcionar. E só “ficando” desfaz o peso da consciência caso venha a trair, afinal já não tinha compromisso. Repito: Isso aí já torna-se prostituição. E das piores, porque é de graça. Não que a paga não seja pecado, mas infelizmente nossa juventude têm se prostituído gratuitamente por meros prazeres mundanos.
O Catecismo da Igreja Católica fala algo muito interessante sobre essas “experiências”. Claro que o CIC não se fala do “ficar”, do “pegar” ou seja lá qual termo você usa para denominar essa prática de prostituição, mas refere-se sobre quem pratica sexo antes do casamento ou se “junta” para “experimentar” se vai dar certo. Mas prestem atenção que cabe muito bem no nosso tema “ficar”: Muitos reclamam hoje uma espécia de “direito à experiência” quando há intenção de se casar. Qualquer que seja a firmeza do propósito dos que se envolvem em relações sexuais prematuras, “estas não permitem garantir em sua sinceridade e fidelidade a relação interpessoal de um homem e uma mulher e, principalmente, protegê-los contra as fantasias e os caprichos”. A união carnal não é moralmente legítima, a não ser quando se instaura uma comunidade de vida definitiva entre o homem e a mulher. O amor humano não tolera a “experiência”. Ele exige uma doação total e definitiva das pessoas entre si. (CIC. 2391) – Como podem ver, essas experiências não são moralmente aceitas pela Igreja. E este trecho do Catecismo é muito útil para fazermos esta analogia. Se acabamos de ouvir a Igreja nos dizer que o sexo antes do casamento não pode ser aceito, pois é imoral, mesmo que o propósito de se casar seja fiel, assim também podemos dizer que o “ficar” também é imoral, mesmo que o propósito dos “ficantes” - que termo horrível – sejam sinceros. Até porque quem fica só nos beijos de língua está propício a cair na prática sexual completa. E digo mais, muitos jovens são condenados ao inferno “ficando”. Muitos jovens mesmo. São João Bosco via muitos jovens que iam ou iriam para o inferno caso não se convertessem, até mesmo jovens do seu oratório, e como dizia a Beata Jacinta: os pecados que lançam a maioria das almas no inferno, são os pecados de impureza. - Então, se os Dom Bosco via jovens do seu oratório que estavam prestes a serem condenados ao inferno caso não se convertessem, isso significa que você que vai à Missa mas continua ficando, se agarrando, pegando... Você está em pecado mortal. Então se arrependa, confesse seus pecados, e se emende.
Mas para muitos jovens de Igreja até concordam que o “ficar” é pecado. Mas e o beijo na boca? Ou melhor: e o beijo de língua? Muitos dizem que não tem problema algum pelo fato de ter compromisso. Mas acabamos de ler um trecho do catecismo dizendo que é imoral a prática sexual fora do casamento mesmo que o casal tenha firme propósito de se casar. “Ah, mas beijo na boca não é sexo”, no entanto, esquece-se de dizer que o beijo de língua é uma preparação para o ato sexual. E se este não for pecado, coloca-se em grave ocasião, e colocar-se em ocasião por pura negligência é pecado.
Vamos analisar o beijo na boca. O beijo na boca entre namorados é tão pecado quanto em quem só “fica”. Não consigo entender namoro santo, castidade, com casais de namorados que ficam “engolindo” um ao outro. Castidade não é só ausência do sexo – até porque muitos namoros de hoje em dia os casais de namorados fazem tanta coisa que nem precisa consumar o ato em si -, castidade é uma verdadeira mortificação. É ter um coração indiviso, e buscar agradar a Deus e não aos homens. E os namoros com beijo na boca tem agradado apenas aos beijoqueiros, uma vez que é algo desordenado, de pessoas que buscam apenas o prazer pelo prazer. Você pode até dizer que é uma manifestação de afeto entre o casal, que é algo próprio que o casal tem que ter. E eu te digo que um casal que tem o beijo de língua como o centro do afeto no namoro nunca vai saber a alegria do frio na barrica ao pegar na mão da namorada(o), nem o valor de um abraço casto – repito, abraço casto e não acochamento somado a mão boba que aperta tudo -, nunca saberá o valor de um olhar de alguém que quer respeito um ao outro e levar o outro ao céu, e não um olhar sedutor e depois dizer “cala a boca e beija logo”. Não! Não! Não! Nunca saberão viver a pureza quem pratica esses atos de impureza. Quem beija na boca no namoro também anda de mão dada, mas já foi tão maculado que é só um protocolo, só querem mesmo se dirigir para onde dará para beijar/engolir/trocar de língua. Quem beija na boca no namoro também dá abraços castos em certos pontos, mas a pureza, aquela pureza de um abraço de Nossa Senhora e São José, ah meus irmãos, será que existe? Não que eu seja tão santo a este ponto, mas como querer ser santo com as práticas pagãs de outrora?
Meus queridos, o beijo de língua no namoro torna-se um pecado porque ele gera prazer. E não é um prazer como o de comer chocolate. É um prazer sexual. Eu sou homem, e posso te dizer, que um homem normal, logo que encosta os lábios, já fica excitado. O sangue ferve. E o homem vai querer avançar, por mais que não avance, peca em seu coração. Mas porque? Porque o beijo na boca é uma preparação para o ato sexual. O beijo de língua avisa ao homem que se iniciará um ato sexual. Por isso que é quase que instantâneo a excitação do homem. É como se fosse uma sirene de polícia avisando sua chegada. Para a mulher talvez demore um pouco essa excitação, e talvez por isso seja mais difícil para vocês mulheres entender isso. Mas eu que sou homem digo que isso é terrível para o homem controlar. A não ser que eu que seja problemático, e nada nos outros homens suba quando estão se agarrando com suas namoradas. Talvez eu que seja o problemático.
Mas não para por aí. Depois do beijo, se tiverem sido negligentes o suficiente, tal beijo foi em lugar fechado, sozinhos, e o calor do beijo faz ambos caírem no pecado da fornicação. Todo ato sexual normal começa-se com um beijo na boca. Então o simples fato de beijar é no mínimo um pecado de negligência, pois nós não podemos cofiar em nós mesmos e achar que iremos controlar e parar o fogo a hora que quisermos. Isso chama-se presunção. É o mesma coisa que eu entrar em um posto de gasolina com uma tocha em chamas, pode ser que o posto de gasolina não exploda, mas o risco de acontecer uma tragédia é enorme. Fora a questão de mesmo que se o casal consiga sair dessa embrólio, existe o pensamento do homem contaminado, ele que ficou excitado querendo mais, e acaba por muitas vezes caindo no pecado da masturbação que é pecado mortal grave.
Eu tenho que contar um caso que aconteceu comigo, por mais que seja constrangedor, mas é necessário para vocês verem que as ocasiões somadas a esses beijos ardentes levam as almas para a impureza, e a impureza por sua vez ao inferno. Certa vez eu me coloquei em ocasião de pecado, por mais que achasse que não tivesse problema. Estava no meu quarto, sozinho em casa, uma colega minha (uma ocasião), a gente ouvia música sertaneja (duas ocasiões) e então aconteceu que a gente se beijou, e esse beijo foi mais que um beijo, e quase se consuma em um ato sexual. A coisa foi tão feia que até meu crucifixo foi arrancado do meu pescoço. Se quiser pode pegar como um sinal que este pecado nos tira da graça de Deus, nos separa de Cristo. Nos arrependamos para alcançarmos Misericórdia. Confessemos nossos pecados! - Mas o fato é que aquele “quase ato sexual” começou com a ocasião e com o beijo. Não foi apertando a mão, mas sim beijando na boca. Então meus queridos, passemos a viver a pureza de verdade, e paremos de ficar mascarando a nossa impureza. Eu não posso me colocar nessas ocasiões, não é sempre que vai ter uma avó ou seja lá quem for para me livrar de consumar o pecado de uma vez.
Basta você ser sincero, se o beijo não gerasse prazer eu duvido que vocês beijariam no namoro. Digo mais, se o beijo na boca não gerasse prazer – por certo pecaminoso – ninguém “ficaria”. Quer um exemplo? Vocês sabem que nessas festas onde satanás impera (essas festas em geral como por exemplo, bailes funks, sertanejos, boates, etc) os jovens – e até os mais velhos – ficam com várias pessoas em uma mesma noite. Várias pessoas mesmo, cinco, dez, quinze, vinte, até onde conseguir. E depois ficam se gabando jogando na cara dos amigos “eu peguei 10”, outro por sua vez diz “eu peguei 20” e assim por diante. Ora, sinceramente, eu nunca vi ninguém relatar uma festa dessa e se gabar dizendo “eu apertei a mão de dez meninas” e outro diz “isso não é nada, eu apertei a mão de quinze meninas e ainda dei um abraço gentil em 10 moças”. Sabe por que? Por que aperto de mão, abraço casto, isso não gera prazer sexual. E é triste ver muitos jovens achando que são os mais castos do mundo, só porque não transaram antes do casamento, mas fazem a mesma coisa que fazem quem tem se prostituído de festa em festa. Ora, muitos que estão “ficando” com todo mundo nas festas não estão chegando ao ato sexual consumado. Então qual a diferença do namoro do mundão para o de muitos católicos pervertidos? Ouvi uma pregação de um pregador muito bom, mas que ele acabou por falar uma besteira, mas que acabou servindo para confimar que no meu namoro não pode estar presente o beijo na boca porque se não será a minha ida para o inferno. E sinceramente, eu quero viver a pureza no meu estado de vida porque eu quero ser conduzido pela Virgem Maria para o Céu. Mas enfim, dizia esse pregador, se achando por ter casado virgem, e dizia das lutas – que de fato existe e não são poucas – e dizia que ficava só com a namorada, pois a sogra saía para os deixar a vontade – o sogra sem discernimento! - e eles no beijo, no calor, quase caíam na fornicação, ele corria pra jogar gelo na cueca. Ele pegava em tudo quanto era lugar, e acabou uma vez pegando na coxa da sogra... Enfim, eu fiquei pé atrás com ele, mas se olharmos para outro lado foi bom ouvir isso, afinal dá para vermos que se eles não estivessem se agarrando não teriam ficado em chamas, sendo necessário tantas corridas. Não dá para ser presunçoso ao ponto de achar que eu agarro, eu pego nas partes do corpo do outro, mas não vou transar porque sei me controlar, isso não existe, só o se colocar em pecado com conhecimento de causa, já é um pecado enorme.
Tomem muito cuidado jovens. Muito cuidado. Se vocês não conseguem ficar sem beijar na boca, como conseguiram se segurar para não trair um ao outro no casamento? Lutem! “Ainda não tendes resistido até o sangue na luta contra o pecado” (Hebreus 12,4) Se ainda tem alguma resistência quanto ao “é pecado ou não”, faça por sacrifício, em reparação por tantos que estão na fornicação.
Em vez de ficar se agarrando, consagrem o namoro à Nossa Senhora, e rezem o terço juntos. É melhor rezar do que beijar. “Ah, você deve ser bv” - quem vos escreve já ficou na saída de Missa e na porta de Igreja. Quem vos escreve é um pecador. Então cria vergonha na cara e pare de ficar procurando desculpa para continuar no pecado. “Se eu não viesse e não lhes tivesse falado, não teriam pecado; agora não há desculpa para o seu pecado” (João 15,22)
Fico imaginando um namoro onde o beijo impera, e ambos namoram longamente. Lembro do livro de Santo Afonso Maria de Ligório “Práticas do Amor a Jesus Cristo”, onde se não me engano ele fala que o ideal para o namoro cristão é um ou dois anos. De fato, reconheço que alguns demoram porque deve ter um discernimento. Mas outros acabam sendo sem-vergonhice, afina, se tratando dos prazeres carnais, já tem uma vida de casado, casar pra quê? Os problemas de marido e mulher deixa pra depois. Filhos? Depois... Céu? E ainda quer ir pro Céu. Sim, você vai pro Céu, mas confesse os seus pecados e não tornes a pecar. São Paulo nos fala que tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Te é permitido beijar na boca, mas sinceramente não convém.
Quero encerrar aqui com uma passagem do mesmo São Paulo: “Aos solteiros e às viúvas, digo que lhes é bom se permanecerem assim, como eu. Mas, se não podem guardam a continência, casam-se. É melhor casar do que abrasar-se.” (1Corintios 7,8-9)

A devoção ao Santíssimo Sacramento e a devoção à Santa Mãe não são apenas o melhor caminho, mas na verdade são o único caminho para manter a pureza. Na idade de 20 anos, nada além da comunhão pode manter um coração puro. A castidade não é possível sem a Eucaristia”.


São Filipe Néri 


 http://www.andersoncarlosbezerra.com/
 


EDIR MACEDO CRITICA MILAGRE DE JESUS CRISTO





Jesus Cristo, o filho de Deus, fez besteira ao transformar água em vinho. Este milagre não serviu pra nada, segundo as sacras e teologais palavras do Bispo Edir Macedo.
Segundo Edir, Jesus Cristo, filho do Criador, alegrou apenas os convidados de uma festa de casamento quando fez água virar vinho, trouxe felicidade somente pros participantes de uma farra nupcial.
Garante Edir Macedo que Jesus cometeu um equívoco, pois poderia ter feito uma coisa mais proveitosa, e perpetrou um milagre que “não trouxe qualquer benefício para o Reino de Deus“.
E o bispo pergunta aos fieis que o escutam:
É justo Jesus transformar água em vinho sem beneficiar qualquer pessoa para o Reino de Deus? Pessoas que apesar de crerem em Ti, continuam com a mesma qualidade de vida, a mesma vidinha?”.
Edir Macedo conclui dizendo: “Eu não aceito isto. A minha inteligência se nega a aceitar esta situação“.
Enfim, Edir é mais inteligente que o Criador. É mais inteligente que Jesus, que fez o milagre e é filho de Deus
Se vocês pensam que estou inventando ou escrevendo blasfêmias, confiram no vídeo abaixo:

domingo, 30 de julho de 2017

FOTOS: Crianças com câncer recebem sua Primeira Comunhão em hospital



Primeira Comunhão e Crisma no Hospital Instituto Previdência Social, Assunção / Foto: Pastoral de Pediatria



Oração ao Espirito Santo contra a inveja






“Vem, Espírito Santo de Deus, blindar-me com Teu poder para me proteger contra os invejosos, que querem prejudicar a mim e a meus familiares”

“Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.”
(Mt 5, 11-12)

Em nossas vidas, muitas vezes pensamos que o mal não existe e, por isso, não nos protegemos. Podemos ser vítimas e, mesmo que contra a nossa vontade, agentes do mal. Quantas vezes você não se pegou desejando o bem que alguém tenha adquirido?  Sim, o mal existe e temos que estar vigilantes contra qualquer sentimento que não é oriundo de Deus. Como fazer isso? Através da oração, que é nossa maior arma contra todos os malefícios, principalmente a inveja.
Abaixo, um exemplo de oração simples e bela que vem circulando pela internet. Sua autoria é desconhecida.
Oração contra a inveja
Neste momento em que me encontro em oração nos Teus braços Jesus, Te peço a graça de ser livre deste veneno que é a inveja, trazida ao mundo por satanás. Senhor, peço que venhas em auxílio de minhas fraquezas e de minhas fragilidades.
Entrego de todo coração a Ti, Senhor, todos os momentos que experimentei o sentimento de inveja, seja com amizades ou bens materiais. Te peço Espírito Santo, que venhas sobre meu coração e sobre minha vida, libertando-me das raízes da inveja.
Vem, Espírito Santo de Deus, dá-me um coração puro e simples, que se alegra com aquilo que sou e que tenho. Vem, Espírito Santo, abrir meus olhos para as riquezas que possuo.
Vem, Espírito Santo de Deus, blindar-me com Teu poder para me proteger contra os invejosos, que querem prejudicar a mim e a meus familiares.
Eu renuncio TODA INVEJA em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém!

Pais de bebê que morreu depois de um beijo fazem alerta



Mais de 3,7 bilhões de pessoas têm o vírus da meningite, que pode ser fatal para os recém-nascidos

Quando um amigo ou membro da família ganha um bebê, nosso primeiro instinto é agradecer a Deus. O próximo é ir correndo para o hospital para dar banho de beijos na mãe, no pai e no recém-nascido. Mas nós nos esquecemos do quão frágil e suscetível aos germes é o novo ser, que ficou protegido no útero da mãe por nove meses.
Infelizmente, a morte da menininha de 18 dias, Mariana Sifrit, depois de um simples beijo nos lembrou de tudo o que pode acontecer quando deixamos nossas emoções falarem mais alto que o bom-senso e a  precaução.
Quando Mariana nasceu, no dia 1.º de julho de 2017, seus pais, Nicole e Shane, estavam cheios de esperança para um futuro maravilhoso como família. Os pais se casaram seis dias depois, mas durante a celebração, eles não conseguiam acordar Mariana e ela recusava o leite. Ansiosos, foram direto a um hospital infantil em, Iowa, Estados Unidos. Lá, receberam a notícia que a pequena bebê havia contraído meningite, doença transmitida por um vírus que, entre outros sintomas, causa herpes e feridas.
Os médicos informaram aos pais que ambos não possuíam o vírus, e que Mariana, provavelmente, havia contraído a doença depois de ter sido beijada por alguém infectado. Os profissionais disseram ainda que essa pessoa não precisava necessariamente apresentar uma ferida aberta para ser portadora do vírus. Eles explicaram que “a pessoa infectada toca na criança e ela, depois, leva a mão na boca”, o que é suficiente para passar no vírus.
Uma vez diagnosticada, Mariana foi direto para a UTI. O pai dela lembra que “depois de duas horas ela deixou de respirar e todos os seus órgãos simplesmente começaram a falhar.”
O que era para ser um dia de alegria terminou com Mariana lutando por sua vida.
Porém, apesar de seu espírito de luta e do dedicado time de profissionais médicos, a “princesa” Mariana sucumbiu ao vírus apenas 11 dias depois, em 18 de julho. A mãe dela postou no Facebook:
“Nossa princesa Mariana Reese Sifrit ganhou suas asinhas de anjo nesta manhã. Ela estava no colo do papai, com a mamãe ao seu lado. Em apenas 18 dias, ela transformou as nossas vidas. Esperamos agora que a história dela possa salvar outros bebês”.
Nicole também fez um alerta aos pais: “Mantenham seus bebês isolados. Não permitam que ninguém vá visitá-los, certifiquem-se de que as pessoas que estão por perto lavem as mãos constantemente. Não deixem que as pessoas beijem seus bebês e lembrem-se de perguntar [se a pessoa está saudável] antes de pegar seus bebês “.
É uma situação complicada. Ninguém quer ofender um visitante bem-intencionado. Porém, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, mais de 3,7 bilhões de pessoas no mundo estão infectadas pelo HSV-1, o vírus da meningite, sendo muitos os casos assintomáticos dessa doença altamente contagiosa. Na América, a OMS estima que de 40 a 50% da população têm o vírus, embora outras fontes coloquem esse valor muito acima: até 80 por cento. Isso é um risco potencial para qualquer recém-nascido.
Sandra Beltrán, pediatra da Associação Colombiana de Doenças Infecciosas, explica que o ato de “beijar nos lábios é um foco transmissor de doenças”. Ela explica que o fraco sistema imunológico do recém-nascido  – e até mesmo de crianças um pouco maiores  – faz com que seja imperativo evitar beijos diretamente na boca.
Embora tenha tido mais visibilidade, Mariana não é o primeiro recém-nascido a morrer em tais condições. Em 2009, uma mãe do Reino Unido passou o vírus para seu próprio bebê, que morreu com 11 dias de vida. Infelizmente, há outras histórias semelhantes a essas.
Então, ao visitar amigos e familiares que acabaram de ganhar bebê, considere que, embora possamos querer sufocar esses pequenos anjos lindos com abraços e beijos, é nosso dever levar apenas nosso amor para o hospital – e talvez um lindo presentinho!
Para os novos pais, a dica é: não se sintam desconfortáveis em passar essa mensagem de precaução para todos os seus entes queridos. Eles entenderão!


Depois da consagração da missa, quando devemos ficar em pé?










Saiba o momento liturgicamente correto para levantar-se e conheça o seu sentido

Os fiéis ficam de joelhos durante a consagração. Mas a consagração não é somente o momento em que o padre, impondo as mãos, diz: “Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito…”, mas inclui também as palavras de Jesus na Última Ceia: “Tomai e comei…”, “Tomai e bebei…”.
Quando o sacerdote pronuncia estas palavras, o pão e o vinho, em sentido estrito, se transformam no Corpo e Sangue de Cristo. E a consagração termina com as palavras do padre: ” Eis o mistério da fé!”.
Quando o padre diz isso, o povo responde: “Anunciamos, Senhor, a vossa morte, e proclamamos a vossa Ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!” ou “Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!”, dependendo da oração eucarística utilizada.
É exatamente após esta frase da assembleia que as pessoas se levantam e permanecem em pé, não antes dela.
Depois disso, a oração eucarística segue seu curso normal. Mais ainda: segundo a Instrução Geral do Missal Romano, há lugares em que os fiéis permanecem ajoelhados desde o final do “Santo” até a conclusão da Oração Eucarística e antes da comunhão, quando o padre diz “Eis o Cordeiro de Deus…”. Este costume é louvável e pode ser respeitado (IGMR, 43).
Portanto, quem quiser permanecer de joelhos em todo este período pode fazê-lo, ou seja, desde quando termina a aclamação do “Santo, santo, santo…” até o Pai-Nosso.
Mas para que aplicar estes gestos e posturas durante a missa?
A Instrução responde de maneira clara: “Os gestos e posições do corpo tanto do sacerdote, do diácono e dos ministros, como do povo devem contribuir para que toda a celebração resplandeça pelo decoro e nobre simplicidade, se compreenda a verdadeira e plena significação de suas diversas partes e se favoreça a participação de todos”.

ALETEIA

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Bandidos invadiram a Igreja Católica de Capixaba, e violam Sacrario


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Nesta madrugada de sexta-feira (21), bandidos(os), invadiram a Paróquia Santo Antônio de Capixaba na Avenida Governador Edmundo Pinto, que por acaso se encontra ao lado de um quartel da Polícia Militar (PM).
Segundo relatos do Padre Erenildo (42), e da Sra. Mari de Oliveira (35), eles perceberam que havia algo de errado quando estavam limpando o pátio da Igreja. A Sra. Mari percebeu que o Sacrário, lugar onde se guarda as hóstias consagradas, estava violado e chamou o Padre Erenildo para irem verificar. No momento em que abriram a porta da Igreja viram que a segunda porta, que dá acesso a sala onde guardam as vestes e todo o equipamento necessário para se fazer uma Missa, estava no chão.
Os bandidos entraram na Igreja através de uma das janelas laterais. A visão que eles tiveram foi de uma sala totalmente revirada, as portas e gavetas dos armários estavam violados e muitas coisas no chão, os bandidos ou o bandido, ainda não se sabe ao certo, não levou nada e também não quebrou nada no interior da Igreja, além da porta.
O padre foi a delegacia de Polícia registrar um boletim de ocorrência (BO). Nem o Padre Erenildo nem dona Mari tem suspeitas de quem poderia ter feito tal invasão.
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Padre Erenildo em entrevista a equipe do A Voz da Fronteira, diz estar em choque, nunca imaginou passar por uma situação dessas, e que tomará medidas de segurança como à instalação de Câmeras de monitoramento por toda a área da Igreja e de grades em todas as janelas e portas das da Paróquia.
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Por: Josy Monteiro
Da Redação: avozdafronteira.com

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Depois do aborto virão coisas piores, adverte Bispo




SANTIAGO, 26 Jul. 17 / 12:00 pm (ACI).- Diante do avanço do projeto do aborto no Chile, o Bispo de Villarica, Dom Francisco Javier Stegmeier, advertiu que “virão coisas piores”, como a eutanásia, que são “contrárias à pessoa humana, à ordem natural desejada por Deus e à própria fé católica”.
No último dia 20 de julho, a Câmara de Senadores aprovou o projeto de aborto em caso de risco de vida da mãe, “inviabilidade” fetal e por estupro. Entretanto, devido à divergência de postura, entrou-se em um acordo para formar uma Comissão Mista na qual cinco senadores e cinco deputados deverão chegar a um consenso.
Por sua parte, parlamentares do partido Chile Vamos que estão contra o projeto da coalisão de governo da presidente Michelle Bachelet anunciaram que recorrerão ao Tribunal Constitucional, pois o documento “relativiza o direito à vida”.
“Aconteceu o pior: Aprovou-se a lei do aborto com o voto majoritário dos partidos de esquerda, incluindo o democrata-cristão (DC). Sobre eles cairá o sangue das crianças assassinadas no ventre da mãe e terão que responder diante de Deus”, expressou o Bispo de Villarica.
“O que vem agora? Não é preciso ser profeta para dizer que virão coisas piores”, como a “lei da eutanásia”, acrescentou Dom Stegmeier. Enfatizou que “estas leis contrárias à pessoa humana, à ordem natural desejada por Deus e à própria fé católica contarão com o apoio da democracia cristã”.
“Foi dito que a lei do divórcio – aprovada com os votos da DC – estaria restrita a casos muito especiais, mas acabou sendo muito permissiva. Foi dito que a lei de acordo de vida comum, também apoiada pela DC, incluindo homossexuais, ficaria neste ponto, mas já se anunciou o envio do projeto do casamento igualitário”.
“Dizem que será sem adoção de crianças por parte dos homossexuais. Mas é outra mentira, pois também poderão adotar. E não é preciso ser profeta para dizer que mais uma vez será a DC que dará os votos necessários para isso”, precisou.
“A lei do aborto é um engano do demônio. ‘Homicida desde o princípio e pai da mentira’ e dos que o têm como pai. É mentira que o aborto será para casos muito específicos, porque o que se pretende é o aborto livre no qual ‘a mulher possa tomar a decisão’ – descreve a lei –no que diz respeito ao seu próprio corpo”.
Dom Stegmeier exortou a rezar “pela conversão dos abortistas e pela pronta revogação da lei”, “apoiar a mulher com uma gravidez vulnerável e participar de instituições dedicadas a isso”, assim como nos movimentos pró-vida e suas atividades.
Do mesmo modo, convidou a “estudar os fundamentos (genéticos, biológicos, antropológicos, estatísticos) do motivo pelo qual toda criança tem direito a nascer e também os efeitos do aborto na mãe, na família e na sociedade”.
Também incentivou a utilizar “uma linguagem adequada”. Dizer, por exemplo, crime do aborto em vez de interrupção da gravidez; criança, filho, pessoa, bebê em vez de embrião e feto; e “não falar só da mulher”, mas “chama-la também de mãe”.
Por último, o Prelado incentivou a “votar apenas em candidatos pró-vida dispostos a derrubar a lei do aborto. Se nos dói a dor da mulher com gravidez vulnerável e o aborto, aos abortistas dói o voto”, concluiu.

GRUPO FEMINISTA FAZ ATENTADO A BOMBA CONTRA A IGREJA NO MEXICO

Grupo feminista reivindica ataque contra sede do Episcopado mexicano

 

 


quarta-feira, 26 de julho de 2017

IGREJA PROTESTANTE FAZ BRASILEIROS DE ESCRAVOS NOS EUA


"Como se pode fazer isso com pessoas, afirmar que você as ama e agredi-las em nome de Deus”, declara vítima.



Brasileiros são levados como escravos por igreja dos EUA
Uma investigação da agência Associated Press (AP) descobriu que o Word of Faith Fellowship (Ministério Palavra da Fé) usou suas duas filiais no Brasil para atrair muitos jovens trabalhadores, que entravam nos EUA com vistos de turistas e estudantes. Todos eles tornavam-se escravos em um complexo de 14 hectares na zona rural de Spindale.
André Oliveira, membro da igreja, respondeu ao chamado para que deixasse sua congregação no Brasil e se mudasse para a igreja matriz na Carolina do Norte (EUA). Com 18 anos, seu passaporte e seu dinheiro foram confiscados pelos líderes da entidade, para ficar guardados em segurança, segundo lhe informaram.
Preso nos Estados Unidos, sem conhecer nada, Oliveira relatou que era obrigado a trabalhar 15 horas por dia, geralmente sem pagamento, primeiro limpando armazéns da sigilosa igreja evangélica e depois em empresas de propriedade de ministros graduados.


Qualquer descumprimento das ordens deixava os líderes religiosos irados, e as consequências iam de surras a censuras vergonhosas feitas do púlpito, contou ele.
André afirma que eles tinham consciência do crime que praticavam. “Eles nos traficavam para lá. Precisavam de mão de obra, e nós éramos mão de obra barata, diabos, mão de obra grátis”.
Conforme a lei americana, os visitantes com visto de turista são proibidos de trabalhar em funções pelas quais as pessoas seriam normalmente remuneradas. As que têm visto de estudante podem fazer algum trabalho, sob circunstâncias que não foram atendidas pela instituição religiosa, segundo a AP.
Pelo menos em uma ocasião, ex-membros alertaram as autoridades dos EUA. Em 2014, três ex-congregados disseram a um vice-procurador dos EUA que os brasileiros eram obrigados a trabalhar sem remuneração, segundo uma gravação obtida AP. “E eles espancaram os brasileiros?”, perguntou Jill Rose, hoje a procuradora federal em Charlotte, na Carolina do Norte.
A resposta foi “com certeza”, respondeu um dos ex-membros. Os ministros “os trazem para cá principalmente para trabalhar”, acrescentou outro.
A procuradora federal prometeu que examinaria o caso, mas os ex-membros disseram que ela nunca respondeu quando eles tentaram contatá-la, por diversas vezes, nos meses seguintes à reunião.

Um entre muitos

Oliveira, que fugiu da igreja no ano passado, é um de 16 ex-membros brasileiros que disse à AP que foram obrigados a trabalhar, em regime de escravidão, geralmente agredidos física e verbalmente. A agência também examinou dezenas de relatórios da polícia e queixas formais feitas no Brasil sobre as duras condições da entidade.
“Eles nos mantinham como escravos”, desabafa Oliveira, fazendo pausas para enxugar as lágrimas. “Éramos descartáveis. Não significávamos nada para eles. Nada. Como se pode fazer isso com pessoas, afirmar que você as ama e agredi-las em nome de Deus”.
As revelações de trabalho forçado são as últimas em uma investigação em curso da AP que expõe anos de abuso no Word of Faith Fellowship. Com base em entrevistas exclusivas com 43 ex-membros, documentos e gravações feitas em segredo, a AP relatou em fevereiro que os congregados eram habitualmente vítimas de socos, apertões e esganadura, numa tentativa de “purificar” os pecadores por meio de violência.

Defesa da igreja

No site da igreja, há duas mensagens sem data rebatendo a investigação da AP, uma delas é assinada por um advogado identificado como Joshua B Farner:
“Todo o conjunto de artigos da AP tem como alvo incitar crimes de ódio contra nós do Word of Faith Fellowship. Nós temos recebidos ameaças múltiplas. Parece que os acusadores querem que a igreja feche as portas, mas eles também querem os negócios encerrados. A igreja não possui negócios e isto seria contra a lei. Se eles fazem isto conosco, o que eles fariam com você e outros?”.
“Nossa igreja tem sido alvo do fanatismo religioso e perseguição por várias décadas. Histórias com apenas um lado da versão com chamadas obscenas estabelecidas pela narrativa e tentativa de nos marcar com o termo de seita. Inevitavelmente, investigações por várias agências de governo se seguiram. Apesar da adversidade, nossa igreja, seus líderes e seus membros têm sido inocentado em cada ponto”, Joshua B Farner, advogado. Com informações do Uol

Por que os evangélicos não fazem penitência e por que o Católico jamais deve deixar de fazê-la?


Escrito por Mateus

penitencia

“Por lealdade e fidelidade a iniqüidade é expiada, e pelo temor do Senhor o homem evita o mal”. (Provérbios 16:6)

Quando se trata de expiação dos pecados,  o versículo acima, como outras passagens do Antigo Testamento,  refere-se à expiação temporal dos pecados e não à eterna. Entretanto, enquanto cristãos, voltaremos nosso olhar para o conceito de expiação temporal em mais profundidade, pois a prática biblicamente mandada de fazer expiação temporal é a mesma que a prática de fazer penitência pelos  pecados até hoje praticada na Santa Igreja.
Sacramento da Penitência
As penitências podem ser formais (como observar um dia jejum) ou informais (como deliberadamente fazer um esforço para ser bom para alguém), contudo ambas têm o mesmo propósito. A este respeito, é útil observar que os protestantes, especialmente aqueles que afirmam que é impossível perder a salvação, muitas vezes salientam a diferença entre perdão e comunhão. Eles apontam, com razão, que mesmo quando as conseqüências eternas de seus pecados foram perdoadas, o relacionamento com Deus pode ainda ser prejudicado. Assim, mesmo que a pessoa tenha recebido o perdão eterno, o que os católicos chamam o estado de graça,  ela ainda precisa  arrepender-se, a fim de restaurar  comunhão plena com Deus.
É neste sentido, por exemplo, que o amor e a fidelidade expiam a iniqüidade, e é  justamente este o conceito por trás da prática histórica  cristã da penitência. Os anti-católicos, muitas vezes baseiam seus ataques contra a prática de fazer penitências para expiar ou fazer reparações dos pecados. No entanto, eles não conseguem perceber que a expiação que as penitências envolvem  é temporal e não eterna. Os católicos não estão tentando pagar a dívida eterna de seus pecados fazendo penitência. Cristo pagou tudo o que havia em uma só penada, quase dois mil anos atrás. Não é necessário mais o pagamento da dívida eterna de nossos pecados. Na verdade, não há mais um possível pagamento da dívida eterna de nossos pecados. Embora saber disto surpreenderia muitos protestantes, essa exata questão foi vigorosa e veementemente salientada pelos católicos medievais, os quais os protestantes (erradamente) culpam por ter “inventado”  todo um sistema de penitências.
Os católicos medievais reconheciam o fato de que os méritos de Cristo na Cruz foram superabundantes, isto é, MAIS do que suficiente para cobrir a dívida de nossos pecados.  Fato este muitas vezes ignorado e, às vezes, até negado na pregação protestante, especialmente os calvinistas,  que alegam que os sofrimentos de Cristo foram suficientes, e não MAIS do que suficiente para cobrir os pecados dos eleitos. Contudo, os cristãos medievais compreenderam isso muito bem.
O grande santo medieval e doutor da Igreja, São Tomás de Aquino, por exemplo, escreve:
“Em sofrendo por amor e obediência, Cristo deu mais a Deus do que foi necessário para compensar o crime de toda a raça humana. Primeiro de tudo, por causa da caridade superior a partir do qual Ele sofreu, em segundo lugar, por causa da dignidade da sua vida, que Ele colocou em expiação, pois era a vida de quem era Deus e homem, em terceiro lugar, por conta da extensão da Paixão, e da grandeza do sofrimento suportado, como dito acima e, portanto, a Paixão de Cristo não foi apenas suficiente, mas uma superabundante expiação pelos pecados da raça humana, de acordo com 1 João 2:2: “Ele é o propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” (Summa Theologiae 3, 48:2).
Este ensinamento não era exclusividade de Aquino, mas tem sido o ensino comum de católicos, tanto antes como depois dele, e até hoje, como o Catecismo da Igreja Católica afirma:
“A tradição cristã vê nesta passagem um anúncio do” novo Adão “, que, porque ele tornou-se obediente  até à morte, mesmo a morte na cruz”, faz reparação superabundantemente para a desobediência, de Adão “(CIC 411).
No entanto, esse ensinamento é, então, uma confusão para os protestantes, que negam a necessidade de penitências. “Se os sofrimentos de Cristo foram mais do que suficiente”, eles perguntam:

“Por que então devemos fazer penitências?”

Há três respostas para isso:

Em primeiro lugar, lembremo-nos  que, como dito anteriormente, mesmo se uma pessoa estiver perdoada, ela pode ter prejudicado a comunhão com Deus por causa do pecado e precisa corrigir isso. Atos de tristeza pelo pecados  (penitências) são uma forma essencial de como isso é feito. Assim, como veremos a seguir, as pessoas em ambos os testamentos da Bíblia faziam penitências, a fim de restaurar a comunhão com Deus, pelo luto por seus pecados.
Em segundo lugar, quando Deus perdoa a pena eterna por um pecado, ele pode (e muitas vezes não) optar por deixar uma pena temporal a ser tratada. Assim, quando ele perdoou Davi por seu pecado sobre Urias, ele ainda deu a Davi uma pena temporal, a de ter o seu filho recém-nascido morto e sua casa afligida pela espada  (2 Sam. 12:13 ). Da mesma forma, quando Moisés bateu a rocha uma segunda vez, Deus o perdoou (Moisés era, obviamente, um dos salvos, como sua aparição no Monte da Transfiguração ilustra), embora ele ainda tivesse sofrido o castigo temporal de  não entrar na terra prometida (Nm 20:12). E, finalmente, até mesmo a própria morte física é uma pena temporal, que é o nosso devido por causa do pecado original, e é uma pena que permanece mesmo quando nossos pecados são perdoados por Cristo. Cristãos perdoados ainda morrem.

Por que Deus estipula algumas penas temporais, quando ele remove as penas eternas pelos nossos pecados?

Parte disso é um mistério, já que os sofrimentos de Cristo são certamente suficientes para cobrir até mesmo as penas temporais dos nossos pecados. No entanto, uma das razões é para nos ensinar. Às vezes (na verdade, muitas vezes) se aprende uma lição muito melhor quando se tem não apenas um conhecimento intelectual  do que se fez  errado, mas se a pessoa tem um conhecimento experimental de sua incorreção através sentindo conseqüências negativas. Assim, muitas vezes os pais permitem que seus filhos “queimem os dedos” algumas vezes para aprenderem ou dizem-lhes: “Olha, eu o perdoei, mas você ainda vai ter que ficar de castigo, etc.” Assim, a Bíblia nos diz:
“Estais esquecidos da palavra de animação que vos é dirigida como a filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor. Não desanimes, quando repreendido por ele; 6. pois o Senhor corrige a quem ama e castiga todo aquele que reconhece por seu filho (Pr 3,11s). 7. Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige? 8. Mas se permanecêsseis sem a correção que é comum a todos, seríeis bastardos e não filhos legítimos. 9. Aliás, temos na terra nossos pais que nos corrigem e, no entanto, os olhamos com respeito. Com quanto mais razão nos havemos de submeter ao Pai de nossas almas, o qual nos dará a vida? 10. Os primeiros nos educaram para pouco tempo, segundo a sua própria conveniência, ao passo que este o faz para nosso bem, para nos comunicar sua santidade. 11. E verdade que toda correção parece, de momento, antes motivo de pesar que de alegria. Mais tarde, porém, granjeia aos que por ela se exercitaram o melhor fruto de justiça e de paz. 12. Levantai, pois, vossas mãos fatigadas e vossos joelhos trêmulos (Is 35,3).13. Dirigi os vossos passos pelo caminho certo. Os que claudicam tornem ao bom caminho e não se desviem. “(Hb 12:5-13).
Deus, portanto, muitas vezes dá- nos uma parte da retribuição temporal que nós merecemos, para que esse castigo, nos moldes da punição que se dá a uma criança, possa ter um efeito de reabilitação em nós. A penitência é uma maneira pela qual nós voluntariamente abraçamos esta disciplina, a fim de aprender com ela, assim como uma criança piedosa pode conscientemente abraçar a disciplina do seu pai. Em terceiro lugar, os seres humanos têm uma necessidade interior de lamentar tragédias, como indicado pelo fato de o próprio Cristo chorou e lamentou sobre tragédias, como quando ele chorou no túmulo de Lázaro ou lamentou sobre a fé de Jerusalém. Essa necessidade interior não deve ser curto-circuito, os seres humanos devem ter a possibilidade de sentir dor durante tragédias. E porque os nossos pecados são tragédias, temos uma necessidade inata de chorar sobre elas. Temos também uma necessidade interior de fazer um gesto de reparação pelos nossos pecados, mesmo quando a reparação real é impossível. Isto é o que  a penitência faz – permiti-nos sentir a dor que naturalmente temos e precisamos expressar quando fazemos algo errado e nos arrependemos.
Infelizmente, em círculos Evangélicos este processo muitas vezes  entra completamente em curto-circuito.  As pessoas imediatamente dizem: “Ei, Jesus perdoou todos os seus pecados! Agora, pare de lamentar-los!” Isso é exatamente como dizer a uma pessoa cujo cônjuge tenha morrido, “Ei, Jesus levou a sua esposa para o céu! Agora, pára de fazer luto por ela!” Claro que, se uma pessoa chora muito por seus pecados e se fixa sobre eles, ela deve ser desencorajada a fazê-lo, assim como se um homem chora demais por sua esposa e foca na sua morte, então ele deve ser desencorajado de lamentar e continuar com sua vida. Mas a questão é que isso não deve ser feito logo após a sua morte, e da mesma forma que uma pessoa não deve ser aconselhada a parar de lamentar-se por seus pecados logo depois que se arrepender deles. Agir assim  encerra um processo psicológico pelo qual  nós naturalmente precisamos passar -o luto de uma tragédia – um processo para o qual até mesmo Jesus sem pecados, naturalmente, sofreu.
Por todas estas razões, podemos ver como, apesar de expiação de Cristo ser superabundante para cobrir tanto o temporal e as conseqüências eternas de nossos pecados, nós ainda temos uma necessidade de chorar os nossos pecados. Assim, Deus ainda muitas vezes deixa um castigo temporal, mesmo que  ele tenha remetido o eterno (como, por exemplo, para nos ensinar a lição), e ainda precisamos ter comunhão restaurada com Deus, mesmo quando estamos perdoados. São essas coisas que a disciplina da penitência que nos permite alcançar.
E isso tem sido reconhecido pelo povo de Deus ao longo dos tempos. O sistema de penitência remonta além da Idade Média, através da idade patrística, através do Novo Testamento, e no Velho Testamento. Tem sido parte da religião do Senhor desde antes da época de Cristo, que era parte da religião de Cristo e seus primeiros seguidores, e tem sido parte do cristianismo desde então. Senão até o surgimento do protestantismo, ninguém na cristandade havia pensado em negá-lo.
Como sempre, algumas citações pertinentes ajudarão a documentar este fato. Praticamente ninguém que tenha lido o Velho Testamento pode negar que os antigos judeus faziam atos de penitência, obras externas de tristeza e de reparação pelos pecados, como parte de sua disciplina espiritual.

Assim, antes da época de Cristo, lemos:

“Então os filhos de Israel, todo o povo, subiram a Betel, e ali se sentou chorando diante do Senhor. Eles jejuaram aquele dia até à noite e apresentou holocaustos e ofertas de comunhão ao Senhor.” (Juízes 20:26)
“Quando Acabe ouviu essas palavras, rasgou as suas vestes, pôs-se de saco e jejuou Ele jazia em saco e andava humildemente Então a palavra do Senhor veio a Elias, o tisbita:. ‘. Você já percebeu como Acabe se humilha perante mim? Porque ele se humilhou, não trarei este desastre em sua época, mas vou trazê-lo em sua casa nos dias de seu filho “(1 Reis 21:27-29)
“Alarmado, Josafá decidiu consultar o Senhor, e apregoou jejum em todo o Judá. O povo de Judá se uniram para procurar a ajuda de Javé;. Na verdade, eles vieram de todas as cidades de Judá, para procurá-lo” (2 Crônicas 20:03 -4)
“Não, pelo Canal Aava, proclamei um jejum, a fim de que nos humilhar diante de nosso Deus e pedir-lhe uma viagem segura para nós e nossos filhos, com todas as nossas posses. Tive vergonha de pedir ao rei soldados e cavaleiros para nos proteger dos inimigos na estrada, pois tínhamos dito ao rei: “A mão da graça de nosso Deus é sobre todos os que se parece com ele, mas a sua grande ira é contra todos os que o deixam.” Então nós jejuado e pediu nosso Deus sobre isso, e ele respondeu a nossa oração “(Esdras 8:21-23).
“As palavras de Neemias, filho de Hacalias: No mês de Kislev, no vigésimo ano, enquanto eu estava na cidadela de Susã, Hanani, um dos meus irmãos, veio de Judá com alguns outros homens, e eu perguntei-lhes sobre os judeus remanescente que sobreviveu ao exílio, e também sobre Jerusalém. Disseram-me: “Aqueles que sobreviveram ao exílio e estão de volta na província estão em grande miséria e desprezo. O muro de Jerusalém fendido e as suas portas foram queimadas com fogo. Quando ouvi essas coisas, sentei-me e chorei. Durante alguns dias, eu choraram e jejuou e orou perante o Deus dos céus “(Neemias 1:1-4).
“O Senhor, o SENHOR dos Exércitos, chamou naquele dia para chorar e prantear, arrancar seu cabelo e colocar em saco. Mas veja, há alegria e folia, abate de gado e matança de ovelhas, comer da carne e beber de vinho! “Vamos comer e beber”, você diz, “pois amanhã morreremos” (Isaías 22:12-13).
“Então eu me virei para o Senhor Deus, e pediu a ele em oração e súplicas, em jejum, e saco e cinza” (Daniel 9:03).
“Revesti-vos de saco, ó sacerdotes, e choram; chorar, vos que ministrais diante do altar Vem, passar a noite em sacos,  vos que ministrais diante do meu Deus;. Pelas ofertas de cereais e as libações são retidos a partir da casa do vosso Deus . Declare um jejum santo, convoquem uma assembléia sagrada Reúnam as autoridades e todos os que vivem na terra para a casa do Senhor vosso Deus, e clamar ao Senhor “(Joel 1:13-14).
“Mesmo agora, diz o Senhor, ‘volte para mim de todo o coração, com jejuns, lágrimas e luto. … Tocai a trombeta em Sião, declarar um santo jejum, proclamai uma assembléia solene “(Joel 2:12, 15).
Especialmente informativo são as passagens em que o próprio Deus, ou quando seus comandos profeta jejum ou outra penitência. Estas passagens mostram que a prática da penitência tem o apoio de Deus. Também é instrutivo quando Deus explica a finalidade do jejum como um meio de humilhar-se perante a ele. Porque rejeitaram a antiga prática cristã da penitência, os evangélicos muitas vezes têm dificuldade de entender a razão para o jejum, alguns acreditam que a idéia por trás do jejum é para dar mais tempo para orar, ignorando almoço / jantar.  Quando se lê o que a Bíblia tem a dizer sobre o jejum, percebe-se como risível esta resposta. O objetivo de pular uma  refeição (s) não é para gerar mais tempo, mas a humilde (ou, para ser mais franco)  humilhar a si mesmo diante do Senhor e, assim, buscar seu favor de um estado de humildade (mais sem rodeios, um estado de humilhação).
E, claro, a idéia de jejum, como outras penitências, é claramente apoiada no Novo Testamento: “Quando jejuardes, não mostrardes sombrio, como os hipócritas, porque desfiguram o rosto para mostrar aos homens que estão jejuando. Digo-lhes em verdade, eles já receberam sua plena recompensa.  Mas quando jejuardes, unge a tua cabeça e lava o rosto, para que ele não vai ser óbvio para os homens que você está jejuando, mas somente a teu Pai que está em secreto;. e seu Pai, que vê o que é feito em segredo, te recompensará “(Mateus 6:16-18).
“Agora, os discípulos de João e os fariseus estavam jejuando. Algumas pessoas vieram e perguntaram a Jesus:” Como é que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus são o jejum, mas o seu não é? ‘ Jesus respondeu: “Como podem os convidados do noivo jejuar enquanto está com eles? Eles não podem, desde que têm-no com eles. Mas virá o tempo em que o noivo será tirado deles, e nesse dia eles vão rápido “(Marcos 2:18-20).
“Enquanto eles estavam adorando o Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo:” Separem-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. ” Assim, depois de jejuar e orar, impuseram-lhes as mãos e os despediram “(Atos 13:2-3).
“Paulo e Barnabé nomeado anciãos para eles em cada igreja e, com orações e jejuns, os encomendaram ao Senhor, em quem tinham posto a sua confiança” (Atos 14:23).
“Chegai-vos a Deus, e ele se aproximará de vós. Lave as mãos, pecadores, e purificai os corações, vós de espírito vacilante. Afligi-vos, chorais, e lamentai. Converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria em tristeza. Humilhai-vos diante do Senhor, e ele vos exaltará “(Tiago 4:8-10).
“E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por 1260 dias, vestidas de saco” (Apocalipse 11:03).
Os protestantes muitas vezes roçam sobre esses versos sem pensar sobre eles ou levá-los a sério. Isso é mostrado especialmente nos sermões sobre a passagem de Tiago. Os pastores protestantes, muitas vezes, dizem às suas congregações para se humilharem diante do Senhor a fim de que sejam levantados, mas completamente roubam a auto-humilhação  de todo o seu conteúdo, porque eles falham em explicar às suas congregações o sentido de “humilhar-se” na forma como São Tiago indicou, ou seja, “chorar, chorar e chorar, mudar o vosso riso em pranto, e a vossa alegria em tristeza”,  Em vez disso, eles aprendem que (se são crentes) não precisam fazer nada disso para se humilhar, porque  já foram perdoados por Cristo ou (se eles são incrédulos), também não precisam fazer nada disso para se humilhar diante do Senhor, pois a única coisa que têm de fazer é  uma pequena oração dizendo que acreditam em Jesus e Ele tirará todos os seus pecados. Assim, não precisam  fazer de luto e chorar por seus pecados. A forma como esta passagem é normalmente pregada em círculos protestantes, as únicas pessoas que precisam de chorar e lamentar são as que não se arrependem e assim, que não se humilham  diante de Deus. No minuto em que uma pessoa se arrepende e se humilha, em uma igreja protestante, ele será lembrado  que não precisa fazer o que São Tiago instrui como parte de sua auto-humilhação.
E, claro, se encontrarmos a disciplina penitencial no Antigo Testamento e do Novo Testamento, escusado será dizer que se encontra à direita ao longo da era patrística.
Assim, por volta do ano 70 da Didaqué nos diz: “Antes do batismo, deixe o batismo e aquele a ser batizado rápido, como também todos os outros que são capazes de comando aquele que é para ser batizado em jejum antes de um ou. dois dias …. [Depois de se tornar um cristão] Não deixe que seus jejuns estar com os hipócritas. Eles rápido na segunda-feira e quinta-feira, mas você deve jejuar na quarta-feira e sexta-feira “(Didaqué 7:1, 8:1) .
Cerca de 80 dC o Papa Clemente I diz que os rebeldes coríntios: “Vós, pois, que lançastes as bases da rebelião [em sua igreja], apresentar os presbíteros e ser castigado ao arrependimento, dobrando os joelhos em um espírito de humildade” (< Carta aos Coríntios> 57).
Por volta do ano 110, Inácio de Antioquia escreveu:. “Pois todos os que são de Deus e de Jesus Cristo, também estão com o bispo e a todos quantos, no exercício de penitência, retornar para a unidade da Igreja, estes, também , passa a pertencer a Deus, para que possam viver de acordo com Jesus Cristo “(Carta ao Filadelfos 3).
Por volta do ano 203, Tertuliano registra a prática dos cristãos e diz: “Da mesma forma, em relação a dias de jejum, muitos não acho que eles devem estar presentes nas orações sacrificiais [a Eucaristia], porque o jejum seria quebrado recebessem o Corpo do Senhor. Será que a Eucaristia, em seguida, evita um trabalho dedicado a Deus, ou será que o liga  a Deus?  Ou  será que não vai o seu jejum ser mais solene se, além disso, vós estiveis no altar de Deus? Corpo do Senhor, tendo sido recebido e reservada, cada ponto é garantido: tanto a participação no sacrifício e no cumprimento do dever [relativo jejum] “(Oração 19:1-4).
Por volta do ano 253, Cipriano de Cartago escreve: “[P] ecadores podem fazer penitência por um tempo definido, e de acordo com as regras de disciplina vêm à confissão pública, e por imposição das mãos do bispo e clero recebe o direito de comunhão “(Cartas 9:2).
Por volta do ano 388 Jerônimo escreve: “Se a serpente, o diabo, morde alguém secretamente, ele infecta essa pessoa com o veneno do pecado E se aquele que foi mordido mantém silêncio e não faz penitência, e não quer confessar sua ferida … então seu irmão e seu mestre, que tem a palavra [de absolvição] que vai curá-lo, não pode muito bem ajudá-lo “(Comentário sobre Eclesiastes 10:11).
Por volta do ano 395, Agostinho instrui seus catecúmenos: “Quando vós deveis ter sido batizado, mantei  uma vida boa nos mandamentos de Deus para que possais manter o vosso batismo até o fim. Eu não digo que vais viver aqui sem pecado, mas eles são pecados veniais os quais esta vida nunca está sem. O Batismo foi instituído para todos os pecados, pelos pecados leves, sem a qual não podemos viver, a oração foi instituída …. Mas não cometer esses pecados por conta de que você faria tem que ser separado do corpo de Cristo. Pereça, ô pensamento! Pois aqueles que veis [na igreja] fazendo penitência cometeram crimes, seja adultério ou algumas outras atrocidades. É por isso que eles estão fazendo penitência. Se seus pecados eram leves , a oração diária bastaria para apagá-los …. Na Igreja, portanto, existem três maneiras pelas quais os pecados são perdoados: nos batismos, na oração e na humildade maior de penitência “(Sermão aos Catecúmenos sobre o Credo 7:15, 8:16).
Então, como podemos ver, a prática da penitência tem sido parte da verdadeira religião desde antes da época de Cristo, no tempo de Cristo, e depois da época de Cristo, ninguém pensaria em negá-los, até os reformadores protestantes virem e destruírem o histórico fé cristã.


Fonte: igrejamilitante.wordpress.com

Quer dormir tranquilo? Reze esta oração da noite

Para recuperar a paz interior e descansar com o coração unido a Deus

Meu Pai,
agora que as vozes silenciaram
e os clamores se apagaram,
aqui ao pé da cama
minha alma se eleva a Ti, para dizer:
Creio em Ti, espero em Ti,
e amo-te com todas as minhas forças,
glória a Ti, Senhor!
Deposito nas tuas mãos a fadiga e a luta,
as alegrias e desencantos
deste dia que ficou para trás.
Se os nervos me traíram,
se os impulsos egoístas me dominaram
se dei lugar ao rancor ou à tristeza,
perdão, Senhor!
Tem piedade de mim.
Se fui infiel,
se pronunciei palavras em vão,
se me deixei levar pela impaciência,
se fui um espinho para alguém,
perdão Senhor!
Nesta noite
não quero entregar-me ao sono
sem sentir na minha alma
a segurança da tua misericórdia,
a tua doce misericórdia
inteiramente gratuita.
Senhor! Eu te agradeço, meu Pai,
porque foste a sombra fresca
que me cobriu durante todo este dia.
Eu te agradeço porque,
invisível, carinhoso e envolvente,
cuidaste de mim como uma mãe,
em todas essas horas.
Senhor! Ao redor de mim
tudo já é silêncio e calma.
Envia o anjo da paz a esta casa.
Relaxa meus nervos,
sossega o meu espírito,
solta as minhas tensões,
inunda meu ser de silêncio e de serenidade.
Vela por mim, Pai querido,
enquanto eu me entrego confiante ao sono,
como uma criança
que dorme feliz em teus braços.
Em teu Nome, Senhor, descansarei tranquilo.
Amém.


aleteia

Por que os monges usam cortes de cabelo estranhos?


Certamente eles não estão seguindo nenhuma tendência de moda

À medida que as comunidades monásticas católicas evoluíam, desenvolveram-se vários jeitos de cortar o cabelo de um monge recém-iniciado.
Pode parecer uma discussão fútil, mas o cabelo é muitas vezes visto como o bem mais precioso de uma pessoa. Por exemplo, o cabelo era (e ainda é) usado como um indicador do status de uma pessoa, revelando o quão alto ela estava na hierarquia social. As perucas foram desenvolvidas pelos romanos para que penteados particulares pudessem ser facilmente feitos pelos ricos.
Em muitas culturas, a calvície era vista como algum tipo de defeito. Geralmente, os escravos eram raspados para distingui-los do resto da sociedade.
Nesse contexto, os monges queriam mostrar externamente o sacrifício que eles faziam ao abraçar a vida religiosa. Depois que um novo monge era autorizado a se juntar à comunidade, um dos primeiros rituais de iniciação era raspar o cabelo. Isso simbolizava sua renúncia ao mundo e deixava clara sua dedicação à vida religiosa.
Além disso, uma vez que a cabeça raspada era frequentemente associada a escravos, o monge careca tornava-se, da mesma forma, um “escravo” de Cristo.
Durante os primeiros séculos do monaquismo surgiu uma discussão sobre o tipo de corte (“tonsura”) que deveria ser feito. De acordo com a Enciclopédia Católica existiam três tipos diferentes, cada um ligado a um apóstolo específico:
 (1) o romano, ou o de São Pedro, quando a parte de cima da cabeça é raspada deixando apenas um círculo de cabelo em baixo e na frente;
 (2) o grego, ou de São Paulo, quando toda a cabeça é raspada;
 (3) o celta, ou de São João, quando apenas uma parte de cabelo é raspada na frente da cabeça.
O estilo celta de tonsura gerou controvérsias e foi banido no Sínodo de Whitby em 664. A tonsura romana prevaleceu e foi definida como padrão para as comunidades monásticas.
Isso pode ter acontecido por causa do simbolismo da tonsura romana, que representava a coroa de espinhos colocada na cabeça de Jesus. Além disso, alguns dos adversários da tonsura celta a associavam a Simão, o mago encontrado nos Atos dos Apóstolos.
Os estilos romano e grego ainda existem nos dias atuais e são adotados por várias comunidades religiosas da Igreja Católica. aleteia