sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Cardeal pede a sacerdotes estar “apegados ao Sacrário” porque o demônio não para


Lima, 02 Ago. 17 / 03:00 pm (ACI).- O Arcebispo de Lima e Primaz do Peru, Cardeal Juan Luis Cipriani, pediu aos sacerdotes que tenham o coração atento e estejam “apegados ao Sacrário”, velando sempre, porque o demônio não para.
O Purpurado fez este chamado durante a Missa do encontro de reitores de seminários que celebrou no dia 31 de julho, no Santuário de Santa Rosa de Lima, e na qual esteve presente o secretário para os Seminários da Congregação para o Clero, Dom Jorge Carlos Patrón Wong, o qual chegou do Vaticano para um curso de atualização com os reitores e formadores dos Seminários no Peru.
“Onde está teu tesouro?” O que ocupa o teu coração? Onde vão os teus pensamentos, essas ilusões, essas dores, essas preocupações?”, perguntou-lhes o Arcebispo.
O Cardeal disse aos reitores de seminários que “é preciso ter o coração atento e, para estar assim, temos que estar apegados ao Sacrário, de onde vem tudo. Desse apaixonarmos por Jesus vem, em seguida, essa entrega sem cansaço, sem omissões. Quem está cansado, que diga ao Bispo”.
“Em um seminário não se pode descansar, as 24 horas deve estar velando porque o demônio não para”, expressou.
Durante sua homilia, o Purpurado também os exortou a cuidar “da semente da vocação de seus seminaristas”. “Em nossas mãos temos um tesouro muito importante, o futuro da Igreja no Peru”, afirmou.
O Cardeal Cipriani explicou que, “quando estamos à frente do seminário, essa pequena semente que Deus colocou na alma e no coração dos seminaristas cabe a cada um de vocês cuidar, fazer crescer, regar, acompanhar, reforçar”.
“É preciso estar apaixonados pelo seminário, pela Igreja, pela Diocese, pela Paróquia”, porque “quem não está apaixonado começa a trair”, advertiu.
O Arcebispo exortou os reitores a não ser funcionários, como disse o Papa Francisco, pois “os tempos atuais têm um grande perigo”, no qual a “tibieza material adormece todo mundo”.
Nesse sentido, incentivou-os a não “estar lá como quem manda nem cumprindo uma série de obrigações”, mas pensar com amor “na vocação daquele menino que entrou recentemente”, e rezar pelos que vão avançando e amadurecendo, “cada um com esse tesouro de sua vocação”


ACIDIGITAL

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