quarta-feira, 9 de agosto de 2017

VIDEO:Padre diz que se for para ser católico como Lula, é melhor ir para o inferno





Trecho da pregação do Padre Léo onde ele manda o Lula para os quinto dos infernos ( ele está falando sobre aborto ).

O que nosso anjo da guarda faz depois da nossa morte?






A missão do seu anjo da guarda não termina quando você morre – e é maravilhoso descobrir o que ele ainda vai fazer por você depois disso

O Catecismo da Igreja Católica, referindo-se aos santos anjos, ensina no número 336 que, “desde o início até a morte, a vida humana está cercada de sua custódia e intercessão”.
A partir disso, conclui-se que a pessoa conta com a proteção e guarda do seu anjo mesmo no momento da sua morte. Ou seja, os anjos não nos acompanham somente nesta vida, mas sua ação se prolonga até nossa morte, nossa passagem para a vida eterna.
Para entender a relação que une os anjos às pessoas no momento de sua passagem à outra ida, é preciso compreender que os anjos foram “enviados para todos aqueles que hão de herdar a salvação” (cf. Hb 1, 14).
Ou seja, a principal missão do anjo da guarda é a salvação do ser humano, é fazer que a pessoa entre na vida de união com Deus. E, nesta missão, encontra-se a assistência que o anjo dá às almas no momento em que se apresentam diante de Deus.
Os Padres da Igreja destacam a especial missão dos anjos de assistir as almas na hora da morte e protegê-las dos últimos ataques dos demônios.
São Luís Gonzaga (1568-1591) ensina que, no momento em que a alma abandona o corpo, esta é acompanhada e consolada pelo seu anjo da guarda para que se apresente com confiança diante do tribunal de Deus.
Segundo o santo, o anjo apresenta os méritos de Cristo, para que neles se apoie a alma no momento do seu juízo particular; e, uma vez pronunciada a sentença pelo Divino Juiz, se a alma é enviada ao purgatório, esta recebe a visita frequente do seu anjo da guarda, que a conforta e consola, levando-lhe as orações que foram feitas por ela e garantindo-lhe sua futura libertação.
A missão dos anjos da guarda continua até levar a alma à união dom Deus.
No entanto, é necessário levar em consideração que, depois da morte, nos espera um juízo particular, no qual a alma, diante de Deus, pode escolher entre abrir-se ao amor de Deus ou rejeitar definitivamente seu amor e seu perdão, renunciando assim, para sempre, à comunhão alegre com ele (cf. João Paulo II, audiência geral de 4 de agosto de 1999).
Se a alma decide entrar em comunhão com Deus, seu anjo se unirá a ela para louvar eternamente o Deus Uno e Trino.
Se a alma precisa passar pelo purgatório, seu anjo intercederá por ela diante do trono de Deus e buscar ajuda entre os homens na terra para levar orações ao seu protegido, ajudando-o a sair do purgatório o quanto antes.
As almas que decidem rejeitar definitivamente o amor e o perdão de Deus, também rejeitam a amizade eterna do seu anjo da guarda. Neste terrível evento, o anjo louva a justiça e santidade divinas.
Em qualquer um dos três possíveis cenários (céu, purgatório ou inferno), o santo anjo sempre se alegrará com o juízo de Deus, pois ele se une de maneira perfeita e total à vontade divina.
Nunca nos esqueçamos de que nós podemos nos unir aos anjos dos nossos entes queridos já falecidos, para que eles levem nossas orações diante do trono de Deus, para que o Senhor manifeste sua misericórdia


ALETEIA

Sou um padre casado – e acho que os padres não devem se casar,SAIBA COMO ISSO ACONTECEU


O padre Joshua J. Whitfield, que se converteu do anglicanismo à Igreja católica, falou da sua história de vida no jornal norte-americano Dallas Morning News. Confira a seguir um trecho traduzido:
Os apelos por mudança na disciplina do celibato são normalmente ignorantes ou negligentes no tocante ao que a Igreja chama de “fruto espiritual” do celibato, algo essencialmente incompreensível nesta época libertina, mas que, mesmo assim, continua sendo verdadeiro e fundamental para a obra da Igreja. É verdade que o fato de ser casado me ajuda no sacerdócio: o entendimento e até a simpatia granjeada por ser marido e padre ao mesmo tempo acabam sendo, em certas ocasiões, verdadeiras vantagens. Mas isso não quer dizer que eu questione o bem do celibato clerical ou a contribuição dos meus colegas celibatários ao seu ministério. E, em todo caso, o que mais importa é a santidade, não o matrimônio nem o celibato.
Argumentos dispersos à parte, o que costuma passar despercebido são as autênticas razões pelas quais pessoas como eu se tornam católicas, além do autêntico motivo pelo qual a Igreja católica permite, em determinados casos, a ordenação de homens casados. E o motivo é, insisto, a unidade cristã.

Quando você encontrar um homem casado que exerce o ministério sacerdotal na Igreja católica, pense nos sacrifícios que ele realizou em nome da sua fé na verdade. Pense na unidade cristã, não na mudança. É isto o que eu gostaria que as pessoas pensassem ao verem a mim e a minha família. Nós nos tornamos católicos porque a minha esposa e eu acreditamos que o catolicismo é a verdade, a plenitude do cristianismo.
E nós respondemos a essa verdade, o que significava (como sacerdote episcopal anglicano na época) abandonar o meu estilo de vida e quase tudo o que eu conhecia – e justamente quando a minha mulher estava esperando o nosso primeiro filho.
Como a Igreja católica acredita que os cristãos deveriam unir-se, ela abre exceções, sob certas condições, às suas próprias normas e disciplinas, às vezes antiquíssimas: no meu caso, o celibato.
A minha família e eu não somos objeto de experimentos realizados pelo Vaticano para ver se um padre casado consegue trabalhar. O que somos é testemunhas da empatia e do desejo da Igreja pela unidade. É isso o que nós, sacerdotes casados, desejaríamos que as pessoas vissem: o catolicismo pelo qual nos apaixonamos e pelo qual fizemos tantos sacrifícios.
E é uma vida de sacrifício, uma vida compartilhada por toda a minha família – provavelmente, mais pela minha esposa do que por qualquer outro. Nunca estivemos tão ocupados nem tão esgotados, mas também nunca tínhamos sido tão felizes quanto agora. Meus filhos, aliás, fazem sacrifícios pela Igreja todos os dias. Às vezes é duro, mas vivemos isso com alegria; primeiro, porque quem se beneficia é a nossa fantástica paróquia, e, segundo, porque estamos numa Igreja que amamos e na qual acreditamos, não numa Igreja que queiramos mudar.
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O artigo completo, em inglês, pode ser lido no site do Dallas Morning News

ALETEIA

Oração forte aos Anjos Guardiões


Para rezar agora

Espíritos bem amados, Anjos Guardiões…
Vós, a quem Deus, em sua infinita misericórdia, permite velar pelos homens,

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sede meus protetores nas provas da minha vida terrestre.
Dai-me a Força, a Coragem e a Fé.
Inspirai-me tudo o que é bom e afastai-me de todo o mal.
Que vossa doce influência penetre minha alma.
Fazei com que eu sinta que um amigo devotado está perto de mim,
Que vê meus sofrimentos e se sente feliz com minhas alegrias.
E vós, meu bom Anjo, não me abandoneis.
Tenho a necessidade de toda a vossa proteção para suportar com fé e amor as provas que devo superar e vencer.
Amém.

(via Nossa Senhora cuida de mim)

Por que pedimos bênção ao padre?

E por que muitos católicos estão deixando essa tradição?

Talvez não tenhamos  a dimensão do tamanho da graça que recebemos de Deus ao ter sacerdotes ao nosso lado. Por isso, muitas vezes, acabamos deixando passar despercebido, por exemplo, o valor da bênção que eles podem nos dar e acabamos perdendo esse costume.
São João Maria Vianney, proclamado pela Igreja o padroeiro dos sacerdotes, dizia: “Se eu encontrasse um sacerdote e um anjo, saudaria o sacerdote antes de saudar o anjo. O anjo é o amigo de Deus, mas o sacerdote ocupa o seu lugar”.
Ao serem ordenados, os sacerdotes assumem agir in persona christi, ou seja, são, para nós, representantes do próprio Cristo. Por isso, o santo dizia que o padre “ocupa” o lugar de Deus, portanto, era digno de primeira saudação, antes até mesmo de um anjo. Além disso, o sacerdote recebeu de Deus o poder de trazer Cristo para o meio de nós, função que nem os anjos podem desempenhar.
Assim sendo, durante a ordenação de todo sacerdote, há dois momentos importantes: a imposição das mãos do bispo e a unção das mãos do então padre. Ao receber o óleo nas palmas de suas mãos, o sacerdote assume quatro dimensões importantes: acolher, abençoar, oferecer e consagrar.

A segunda dimensão é a que nos fala hoje. Quando pedimos a bênção de um sacerdote, é um gesto que diz que desejamos participar dessa unção recebida por ele, queremos fazer parte desta bênção. Há alguns que têm até mesmo o costume de beijar as mãos dos sacerdotes, justamente, por serem elas que trazem o Cristo para nós, são instrumentos da graça de Deus para os fiéis.
Por que muitos não pedem mais a bênção aos padres?
Pe. Camilo Júnior, missionário redentorista e membro da Comissão de Juventude do Santuário Nacional, alerta que muitas vezes não pedir bênção ao sacerdote é reflexo de pessoas que já não pedem mais a bênção aos próprios pais.
“Pedir a bênção é um costume ensinado pelos pais. Tanto para eles mesmos e familiares, quanto para os sacerdotes. Sempre há mães que falam pra suas crianças: peça bênção pro padre e a criança já estende a mãozinha. Agora, aqueles que nem bênção pedem mais aos pais, menos ainda se preocuparão em pedir para os sacerdotes”.
Portanto, não deixe de pedir bênção aos padres e participar dessa unção dada por Deus. E não se esqueça de rezar sempre pelo seu pároco e padres que você conhece. Eles são instrumentos de Deus pra nós, riqueza nos dada pela Igreja, eles precisam de nossas orações e é nossa maneira de demonstrar nossa gratidão por dedicarem suas vidas ao povo de Deus, a nós.

Via A12.com

Padre Fábio de Melo revela luta contra grave doença


Durante entrevista à Rádio Globo, líder religioso contou que passa por um momento muito difícil em sua vida
Foto: reprodução
Um dos líderes religiosos mais famosos do Brasil, o padre Fábio de Melo, revelou, durante entrevista à Rádio Globo na última terça-feira (8/8), que passa por um momento muito difícil de sua vida.
“Eu sou extremamente aberto a contar minhas fraquezas. Acabei de te dizer que estou enfrentando uma síndrome do pânico. Não tenho medo da minha humanidade, sei que sou afetivamente exigido o tempo todo, faz parte do meu trabalho, as pessoas se aproximam de mim e chegam muito afetuosas, cheias de histórias. E é claro que há um desgaste emocional natural de tudo aquilo que eu faço”, contou.
Segundo Fábio de Melo, mesmo com o grave transtorno, não deixará a rotina de trabalho. “Estou vivendo um tempo muito difícil na minha vida, mas com muita disposição, também, não me sinto vítima. Não gosto desse ‘ai, coitadinho, tá cansado’. Quero continuar minha vida e fazer o que eu faço”, garantiu.
Aos 46 anos, o mineiro é ativo nas redes sociais e famoso por seus pensamentos progressistas. Atua na Diocese de Taubaté, no interior do Estado de São Paulo.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Novo estudo: Assim a pornografia prejudica os homens na relação com as mulheres